Temple Grandin, diagnosticada autista quando criança, fala sobre como a sua mente funciona - e compartilha a sua habilidade de "pensar em imagens", que a auxilia a resolver problemas que os cérebros chamados normais podem não conseguir. Ela defende que o mundo necessita de pessoas que se situam no espectro autista: pensadores visuais, pensadores em padrões, pensadores verbais, e todos os tipos de crianças inteligentes.
Espaço de debate, informação, divulgação de atividades, partilha de documentos e troca de experiências relacionados com a inclusão, a educação inclusiva e as medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Inovadora ortótese ativa para o tornozelo de indivíduos com mobilidade reduzida
(...) O DACHOR é um projeto do programa MIT Portugal, liderado por Miguel Tavares da Silva (IST) e que envolve Paulo Flores (Departamento de Engenharia Mecânica da UMinho), Carlos Vasconcelos e Jorge Martins (IST), Paulo Melo, Dava Newman e Hugh Herr (MIT). A inovação irá providenciar não só um suporte para patologias da marcha, mas também promover a reabilitação do aparelho musculosquelético. Esta característica deve-se à natureza híbrida da ortótese, que tem uma componente de atuação mecânica externa e uma componente de estimulação elétrica funcional.
“Consideramos que este projeto vai melhorar a qualidade de vida de pessoas com mobilidade reduzida e ajudar à sua integração na sociedade”, refere o professor Paulo Flores, que é também investigador do Centro de Tecnologias Mecânicas e de Materiais (CT2M) da UMinho.
A equipa do DACHOR espera que as inovações contribuam para uma melhoria da marcha, reabilitação muscular, aumento da autonomia, diminuição do consumo energético, tamanho e peso dos atuadores externos. Para o efeito, o projeto baseia-se em metodologias de dinâmica multicorpo, para modelar e otimizar a marcha humana patológica, e também em arquiteturas adaptativas de controlo inteligente de ambos os tipos de atuação. A Associação Salvador é uma entidade sem fins lucrativos que zela pela conquista dos interesses e direitos das pessoas com mobilidade reduzida, em especial dos portadores de deficiência motora.
In: Ciência Hoje
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Programa EDP Solidária 2012
Período de candidaturas decorre até dia 10 de fevereiro de 2012
A Fundação EDP tem abertas as candidaturas para 9ª edição do Programa EDP Solidária, uma iniciativa anual que apoia projetos que têm como objetivos a melhoria da qualidade de vida, em particular, de pessoas socialmente desfavorecidas, a integração de comunidades em risco de exclusão social e a promoção do empreendedorismo social.
Em 2012, este programa conta com uma linha de apoio global de€500 mil.
Fonte: Sítio Web EDP
Podem candidatar-se ao programa todas as entidades nacionais sem fins lucrativos, designadamente instituições de solidariedade social ou organizações não governamentais legalmente constituídas como associações, cooperativas, federações ou confederações. São ainda aceites candidaturas apresentadas por entidades agrupadas num projeto comum.
O número de pessoas abrangidas, a transversalidade geográfica, a sustentabilidade e o caráter inovador do projeto são alguns dos critérios preferenciais que serão analisados pelo júri.
O Programa EDP Solidária foi criado em 2004, no âmbito do atividade da Fundação EDP na área da inovação social e com uma lógica de capacitação do terceiro setor. Desde então, já foram alvo de apoio mais de 100 projetos em todo o território nacional, permitindo beneficiar diretamente mais de 650 mil pessoas.
Os resultados deverão ser anunciados no decurso do mês de maio.
Para eventuais esclarecimentos, contacte-nos através do endereço eletrónico: edpsolidaria@edp.pt
In: Rede Solidária
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Porquê respeitar a diversidade?
Não há nada melhor para sabermos se as nossas ideias são claras do que tentar transmiti-las e explicá-las a alguém que esteja fora do contexto em que habitualmente elas circulam. Há muito que costumo dizer aos meus estudantes de investigação que o tema que se procura investigar só está “maduro” quando o conseguirmos explicar a uma criança de dez anos.
Vem isto a propósito de uma pessoa conhecida que, quando lhe explicava o meu interesse pela educação inclusiva, me disse um pouco espantado: “Mas eu pensava que o papel da escola era reduzir a diversidade em lugar de a respeitar!”. Tentei argumentar que não: a ideia era que a escola reconhecesse as diferenças entre os alunos – diferenças de maturidade, de forma de aprender, de culturas familiares e comunitárias, etc. – não para acabar com as diferenças mas para, respeitando-as, contribuir para formar cidadãos mais competentes.
Este episódio convidou-me a refletir sobre este assunto do respeito pela diversidade. E desta minha reflexão compartilho três aspetos:
1. Qualquer pessoa (isto inclui obviamente as crianças…) tem uma representação sobre o mundo. Esta representação pode ser influenciada por muitos factores: o conhecimento, as emoções, a socialização, a experiência, etc. As representações são por natureza pessoais e extremamente diversas. A questão é: esta diversidade de representações é um erro? Há uma certa e outras erradas? Eu diria que em situações muito estritas (p. ex. a teoria heliocêntrica) há uma verdade aceite que se impõe a representações erradas. Mas isto só em situações muito restritas. A criança desenvolve representações únicas e estas representações estão sempre certas em função das variáveis que ela sente, conhece, experimenta, etc. Respeitar esta diversidade de representações é essencial para desenvolver projectos de aprendizagem bem sucedidos.
2. Se todos são diferentes todos têm que ser ensinados diferentemente? Claro que não. Pensar que a diferença na aprendizagem implica uma inconciliável diferença no ensino conduz-nos a um impasse irresolúvel: não é possível aprender em grupo. Os grupos humanos (tais como uma classe) sendo diferentes, podem (e devem) aprender conjuntamente. Sempre conjuntamente e sempre em grande grupo? Isso não: precisamos para respeitar a diversidade de proporcionar aos nossos alunos oportunidades de aprendizagem diversas: teóricas, práticas, verbais. não-verbais, experienciais, de observação, em pares, em pequeno grupo, em grupo de projecto em grupo de nível, etc. etc. Ensinar alunos diversos sempre da mesma maneira é um absurdo
3. A diversidade tem a ver com o respeito pelos outros. Pensar que quem não pensar de uma certa maneira pensa necessariamente mal é uma falta de respeito pelos outros (isto inclui obviamente as crianças). Respeitar os outros é procurar entender (entender mesmo) porque pensam de uma certa forma, entender quais os valores que estão subjacentes a atitudes, a (in)seguranças, a valores... Ter respeito pela diversidade não significa tomar como certo o bom tudo o que a diversidade nos traz. A ignorância, muitas tradições, a “ordem social”, o fundamentalismo e tantos outros factores constituem verdadeiros obstáculos à diversidade.
Ao fim e ao cabo, quem precisa de respeito não é a diversidade: são os percursos de cada pessoa (isto inclui obviamente as crianças) e, para respeitarmos os outros, nada melhor que assumirmos uma atitude de humildade perante as certezas que temos. Essas certezas são certamente úteis para organizarmos a nossa vida mas são certamente bem menos úteis para ajudar os outros a organizarem a vida deles.
David Rodrigues
Presidente da Pró-Inclusão – ANDEE
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Papel da Educação Especial,
Política educativa,
Professores
ANACOM lança Guia para Utilizadores com Necessidades Especiais
Destinado a utilizadores com necessidades especiais, o presente Guia tem como objetivo dar a conhecer os equipamentos e funcionalidades nos serviços de telefone fixo, telemóvel e Internet atualmente disponíveis em Portugal, especificamente desenvolvidos para responder às suas necessidades, bem como aqueles que, sendo de utilização generalizada, podem ter especial interesse para estes utilizadores.
Aqui vai encontrar informação útil sobre:
- equipamentos, funcionalidades e serviços de telefone fixo, telemóvel e Internet;
- serviços de informação e apoio ao cliente, faturação e listas telefónicas;
- preços especiais.
Consulte o Guia em HTML
Pode igualmente ser solicitado em Braille, Caracteres Ampliados para o endereço fatima.meireles@anacom.pt.
In: Rede Solidária
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Portal do Governo esquece cidadãos com necessidades especiais
O novo portal do Governo não cumpre os requisitos para ser usado por pessoas com necessidades especiais de acessibilidade, contrariando as regras que orientam a criação de sites do Estado.
Entre as falhas encontradas pelos especialistas ouvidos, estão vídeos sem legendas e sem um texto explicativo, pouco contraste de cores, uma navegação impraticável para quem só usa o teclado e a ausência de identificação das línguas (o português e o inglês), dificultando a tarefa dos leitores de ecrã usados por quem tem problemas de visão.
“O conteúdo não é completamente inacessível senão em casos pontuais, mas está apresentado de uma forma que torna pouco prática a leitura por parte de cidadãos com necessidades especiais”, explica Bruno Figueiredo, director da empresa Ideias e Imagens, que faz consultoria nesta área. “Os principais cidadãos afectados são os invisuais, pessoas com deficiências auditivas e pessoas com deficiências motoras nos membros superiores”. (...)
Confrontado com as falhas encontradas, o Governo não respondeu em tempo útil.
Bruno Figueiredo chama também a atenção para o facto de o site “não cumprir as regras de acessibilidade que o próprio Governo estipulou”, através da resolução do Conselho de Ministros 155/2007, assinada pelo ex-primeiro-ministro José Sócrates.
A resolução define que as “formas de organização e apresentação dos sítios da Internet do Governo e dos serviços e organismos públicos da administração central sejam escolhidas de forma a permitirem ou facilitarem o seu acesso pelos cidadãos com necessidades especiais”. O documento define ainda as regras internacionais que devem ser aplicadas. “Para a observância das regras”, afirma Figueiredo, “existem falhas em quase todos os parâmetros”.
Também Francisco Godinho, professor na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e especialista em acessibilidade, nota falhas: a ausência de uma mapa do site (uma lista de links que permite uma navegação fácil), a má colocação de alguns links e o pouco contraste dos tons de cinzento usados.
Ressalvando ter feito apenas uma avaliação breve das novas páginas, afirma que os serviços informáticos do Estado tinham “ bastante cuidado neste portal” e que a remodelação agora feita por uma empresa privada é “provavelmente” um retrocesso em termos de acessibilidade. Para além disso, como o portal passou a agregar todos os ministérios, “os erros propagam-se”.
O líder do Departamento de Usabilidade e Qualidade do portal Sapo, Ivo Gomes, faz também uma avaliação negativa e enumera problemas. Um deles é a navegação com o teclado, tarefa “quase impossível”. Quem navega só com as teclas normalmente percorre os links de forma sequencial até ao link desejado - mas o site não assinala os links à medida que vão sendo seleccionados. “Faltou claramente alguém que fizesse uma validação manual [do cumprimento dos requisitos de acessibildiade] ou pelo menos um teste com duas ou três pessoas com algum tipo de necessidade especial”.
In: Público online
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Acessibilidades
Células estaminais da retina poderão curar cegueira
Sob a retina do olho humano estão escondidas células estaminais neurais que poderão vir a trazer a cura para problemas como a cegueira, além de ajudarem numa série de tratamentos médicos.
A descoberta foi feita por investigadores norte-americanos do Neural Stem Cell Institute, parte integrante da Regenerative Research Foundation sediada em Albany, Nova Iorque, adianta o LiveScience.
De acordo com os especialistas envolvidos na investigação, debaixo da retina existe uma camada externa, denominada Epitélio de Pigmento da Retina (RPE, em inglês), que contém "células multipotentes", capazes de se transformarem em células de outros tecidos, como tecido adiposo ou nervoso.
Os cientistas estudaram as propriedades das células do RPE em adultos com idades compreendidas entre os 22 e os 29 anos. Estas células foram cultivadas em laboratório e 90% maturaram, sendo que apenas 10% ficaram inativas.
Ao tratarem-nas com componentes químicos, os investigadores constataram que as células estaminais neurais se transformaram em diferentes tipos de célula, consoante a necessidade, o que abre, pelo menos, dois horizontes de esperança para o futuro.
Descoberta abre novos horizontes
Em primeiro lugar, o achado poderá vir a proporcionar uma forma de tratar mais eficazmente as doenças no próprio epitélio da retina, que em última instância podem provocar cegueira.
Além disso, a extração de células estaminais dos olhos poderá permitir que estas sejam novamente injectadas noutros tecidos do corpo humano com vista ao tratamento de doenças degenerativas que afetem diversas partes do organismo.
Contudo, para confirmar essa possibilidade, os cientistas terão ainda de descobrir como maturar uma célula do RPE no corpo humano sem necessidade de manipulação artificial, o que constitui o próximo desafio da investigação.
"São células um pouco diferentes das células estaminais neurais que já tinham sido descobertas, tendo em conta o tipo de células que conseguem produzir", explicou Sally Temple, uma das investigadoras. "Trata-se de um tipo verdadeiramente único de células", acrescentou.
Para já os investigadores estão ainda a trabalhar de modo a compreender a capacidade destas células de se converterem em diferentes tipos - mais especificamente, em que tipos de células conseguem tornar-se.
In: Boas Notícias
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Deficiência visual
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Operacionalização do currículo específico individual (CEI)
No "Espaço de Debate" do blog têm sido colocadas algumas questões e considerações sobre a elaboração e o funcionamento dos horários dos alunos e dos currículos específicos individuais (CEI) que frequentam os 2º e 3º ciclos do ensino básico, designadamente a mancha horária e a carga letiva, bem como as áreas curriculares disciplinares e não disciplinares que devem frequentar.
O CEI prevê a substituição de competências definidas para cada nível de educação e ensino, com alterações significativas ao currículo comum, em função do nível de funcionalidade de cada criança ou jovem. Ou seja, deve ter-se em conta as características e as necessidades individuais de cada aluno, atendendo à máxima "cada caso é um caso". A legislação não prevê a aplicação de um modelo único, mas, pelo contrário, define que o CEI deve ser flexível e adaptado ao nível de funcionalidade das crianças e dos jovens.
Pela experiência e pelas reações dos colegas, parece-me que não há diferenças substanciais quanto à definição dos CEI e à sua implementação. No entanto, muitas dúvidas vão surgindo, com predominância para o saber se os processos e as práticas implementadas em cada agrupamento são as corretas. Uma das formas de tirar dúvidas e contribuir para a reflexão consiste na partilha de experiências. Nesse sentido, publico a experiência divulgada pela colega Rita Rodrigues no "espaço de debate".
Colegas, se ajudar, poderei dar o exemplo de como
funcionamos no nosso agrupamento ao nível da EB2,3 e dos alunos com CEI
(currículo específico individual). Temos uma UAE (unidade de apoio especializado) para alunos com Multideficiência que funciona das 8,00 às 16,00h,
dois dias por semana, e das 08,00 às 13,20h nos restantes três dias, com os dois
docentes e uma assistente operacional.
Temos 14 alunos com CEI e dois docentes de EE (educação
especial) que estão com estes alunos e são também responsáveis por mais 3 ou 4 alunos
sem CEI. Apesar de nem todos os alunos com CEI serem alunos com
Multideficiência, acabam todos por beneficiar da Unidade pois é o espaço
disponível onde se concentram os recursos humanos e materiais.
Relativamente à gestão dos horários destes alunos,
tentamos que tenham o mesmo número de tempos letivos que a turma, pois nem
sempre se consegue que tenham a mesma mancha horária. Eles frequentam as disciplinas
de caráter mais prático com a turma, como a Música, a Educação Física, a EVT, a Formação Cívica, etc… e os restantes tempos são acompanhados pelos DEE (docentes
de educação especial) na Unidade ou têm natação, terapias, etc…
Por exemplo, a turma, à segunda-feira de manhã, tem
Português, Educação Física e Matemática. Nos primeiro e último tempos, os
alunos estão na UAE, a desenvolver atividades e aprendizagens mais funcionais,
ou a ter alguma terapia, e, no segundo tempo, estão com a turma. Mas, por
exemplo, se na terça-feira o horário da turma só começa às 10.00h e na parte da
tarde as únicas duas disciplinas que a turma tem são Ciências Físico-Químicas e
Matemática, então, neste dia, o aluno entra mais cedo de que a turma, por
exemplo, às 08,00h, permanecendo com atividades na UAE, compensando as horas em
que não estará à tarde. Desta forma conseguimos gerir melhor os horários dos
docentes e da própria UAE.
No fundo, no agrupamento em que me encontro, os processos são genericamente idênticos ao relatados pela Rita Rodrigues, com a diferença de não existir UAE e termos criado três áreas disciplinares, que não fazem parte do currículo comum, desenvolvidas pelos professores de educação especial, coadjuvados, pontualmente, por outros colegas: linguagem e comunicação; matemática para a vida; desenvolvimento pessoal e social. Convém referir que, em função do nível de funcionalidade, nem todos os alunos com CEI desenvolvem estas três áreas.
Esta realidade tem sido circunscrita ao ensino básico, embora já haja alunos com CEI a frequentar o ensino secundário.. No entanto, a partir do próximo ano letivo, todos os alunos atualmente a frequentar o ensino básico vão ter se permanecer na escola até à conclusão do ensino secundário ou atingirem a idade de dezoito anos.
Novos desafios se afiguram, mas prevejo que os procedimentos serão genericamente os já aplicados no ensino básico, com os necessários ajustamentos.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Curso de Formação em Boccia
Decorrerá, no próximo dia 03 de fevereiro, o Curso de Formação em Boccia no âmbito do Programa do Desporto Escolar.
Esta iniciativa, promovida pela Direção Regional de Educação do Centro, em colaboração com o Gabinete Coordenador do Desporto Escolar e com a Associação de Paralisia Cerebral de Viseu, destina-se não só aos professores com Grupos/Equipa de Boccia, mas também a todos aqueles que no contexto escolar estão ligados às atividades destinadas aos alunos com necessidades educativas especiais.
Dirigida prioritariamente para Professores/Responsáveis com (1) experiência profissional de intervenção prática, e/ou (2) com formação básica/inicial, e/ou (3) com Grupos/Equipa de Boccia de Desporto Escolar com o objetivo de aperfeiçoamento no ensino/treino na modalidade de Boccia para alunos com deficiência/Incapacidade, alunos com necessidades educativas especiais (NEE) e alunos sem NEE e/ou deficiência/incapacidade.
A Formação visa, também, dotar os profissionais de competências e de instrumentos com vista a participação em eventos desportivos no ano letivo 2011-2012, nomeadamente, no âmbito do Desporto Escolar (Local, Regional e Nacional).
As inscrição deverão ser enviadas até 27 de janeiro, através de E-mail, para: jorge.vilela@dgidc.min-edu.pt.
Dados a enviar: Nome, Habilitações, Profissão, Entidade, Telemóvel.
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Departamento de Educação Especial,
Professores
Normas reguladoras dos Produtos de Apoio - 2011
Competindo ao Diretor do INR, I.P. aprovar e publicar as normas reguladoras do Despacho Conjunto n.º 17059/2011 dos Secretários de Estado do Emprego, Adjunto do Ministro da Saúde, e da Solidariedade e da Segurança Social, informa-se que seguiu para publicação oficial, o despacho em anexo, após audição do IEFP, I.P., da DGS e do ISS, I.P.
In: INR
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