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quinta-feira, 8 de abril de 2010

A Crescer...


Mais um número da Revista Diversidades foi publicado com o título "A Crescer...". Do editorial, retirei o seguinte extrato.
O desafio da Intervenção Precoce fundamenta-se na certeza de que respostas específicas atempadas são determinantes ao nível dos resultados a alcançar.
Centrada na primeira infância, cenário de possibilidades e etapa altamente caracterizada pela influência do meio envolvente, a Intervenção Precoce lança as sementes para o desenvolvimento harmonioso, através do empenho e trabalho holístico, na congregação de saberes, práticas e experiências, colocados ao serviço das famílias e das crianças.
A eleição das famílias, como eixo central de intervenção, assenta no exercício constante da dialéctica entre os contextos de vida de que são protagonistas, enquanto detentores de direitos e expectativas, aliado aos paradigmas que lhes são oferecidos, susceptíveis de reorientar e promover as suas competências parentais, conducentes ao envolvimento e participação, com os diferentes intervenientes, nas tomadas de decisão e estratégias a implementar.
Estamos convictos de que só através de um trabalho alicerçado em redes de apoio, inerente à construção dos alicerces da verdadeira igualdade de oportunidades, conseguiremos encontrar melhores respostas para ajudar, o mais precocemente possível, a edificar e a reconstruir capacidades, relações de confiança, afectos e responsabilidades, precursores de projectos de vida condignos e inclusivos.
E… porque crescer supõe deixar-se surpreender e deixar que nos surpreendam, aqui fica o repto para que as nossas acções deixem espaço e revigorem as intenções das crianças e das famílias que anseiam por horizontes de realização individual e comunitária
.

Eis alguns títulos dos artigos:

Abordagem Centrada na Família em Intervenção Precoce: Perspectivas Histórica, Conceptual e Empírica
O Modelo de Intervenção Centrado na Família: Da Teoria à Prática
Educação de Infância em Contextos Inclusivos: Uma Experiência
Projecto Crescendo... Resenha Histórica
Intervenção Precoce na DREER: Um Projecto de Investigação-Acção
ANIP: Instituição de Referência na Intervenção Precoce
Clinisapatos
... Um caso de Sucesso!

Para aceder à revista, aqui.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Intervenção Precoce - Construíndo Práticas com Impacto


A NÓS (Associação de Pais e Técnicos para a Integração do Deficiente), nomeadamente o Serviço de Apoio Técnico Precoce, vai realizar no dia 4 de Maio de 2010, das 9 às 17h, uma acção de formação com o tema: “Intervenção Precoce: Construíndo Práticas com Impacto”, com a presença do Dr. Robin McWilliam, Director do Centro de Investigação da Criança e da Família, no Siskin Children´s Institute, nos Estados Unidos da América.
Contactos:
R. Salgueiro Maia, nº25-A2835-345 – Lavradio
Tel: 212 033 646 , Móvel: 936 462 686
Fax: 212 092 762

segunda-feira, 8 de março de 2010

Analisar dificuldades no pré-escolar


Projecto-piloto para detectar necessidades educativas especiais em crianças até à idade escolar vai arrancar em Santa Maria da Feira. Evitar dificuldades de aprendizagem e abrandar o número de casos que chegam ao 1.º ciclo são alguns dos objectivos.
A avaliação psicológica é o primeiro passo. Uma metodologia que servirá para identificar dificuldades de aprendizagem das crianças em idade pré-escolar, no sentido de intervir o mais precocemente possível e evitar atrasos de desenvolvimento dos mais pequenos. "Sorrisos felizes" é o nome do projecto-piloto que o pelouro da educação da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira vai implementar em três jardins-de-infância do concelho já a partir deste mês. Numa fase posterior, pretende-se que o programa se estenda aos 86 estabelecimentos do pré-escolar da rede pública do município.
Os objectivos são claros. Detectar casos de crianças com necessidades educativas especiais, dar-lhes a mão. Abrandar o número de situações que chegam ao 1.º ciclo do Ensino Básico sem a maturidade necessária e que poderão traduzir-se em futuras dificuldades de aprendizagem. Promover o sucesso escolar.
Há, no fundo, três razões principais que sustentam este projecto de prevenção, de intervenção precoce. Maximizar o potencial de desenvolvimento de cada criança, proporcionar apoio e assistência à família em momentos mais complicados, rentabilizar os benefícios sociais dos menores e respectivos agregados familiares.
Contrariar a manifestação de problemas de aprendizagem ou prevenir que eles aconteçam é um ponto de partida. O "Sorrisos felizes" intervirá junto de crianças, mas o seu trabalho é mais abrangente, uma vez que as famílias serão directamente envolvidas no processo. A intervenção precoce pode ter um papel importante nos pais e irmãos das crianças em risco.
"O stress acrescido pela presença de uma criança com necessidades educativas especiais pode afectar o bem-estar da família e interferir no desenvolvimento da própria criança", refere-se na descrição do projecto. "Estas famílias poderão ser mais susceptíveis de viver situações como, por exemplo, o divórcio e, de igual forma, estas crianças são mais susceptíveis a situações de abuso e negligência", acrescenta-se.
Uma equipa de psicólogos está preparada para ir para o terreno para a primeira etapa de avaliação, contando com a ajuda dos educadores dos jardins-de-infância. O trabalho implica a celebração de protocolos de colaboração com várias entidades, nomeadamente com um agrupamento de escolas, de forma a maximizar recursos e assegurar reencaminhamentos nas valências da terapia da fala, psicologia e terapia ocupacional. Detectados os casos, os técnicos direccionam a criança para o acompanhamento mais adequado, conforme cada situação.
"A intervenção precoce deve resultar no desenvolvimento de melhores atitudes parentais e deve proporcionar mais informações e melhores competências para lidar com a criança, incentivando a libertação de algum tempo para o descanso e lazer", defende-se no projecto municipal.
Sara R. Oliveira

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Os nossos filhos são... diferentes! Como podem os pais lidar com uma criança com deficiência


O projecto Intervenção Precoce – O Processo de Construção de Boas Práticas, desenvolvido no concelho de Sesimbra, foi um projecto-piloto que procurou melhorar e alargar a resposta às necessidades de famílias com crianças com deficiência ou em situação de risco.
Os resultados alcançados ao fim de três anos, validados por uma avaliação independente, indicam que o reforço de capacidade e de qualidade dos serviços prestados pela equipa de intervenção precoce viabilizaram uma actuação mais atempada e em rede com os vários intervenientes: famílias, unidades de saúde, estabelecimentos de ensino e organizações de solidariedade social.
Trata-se pois de uma prática aconselhável para facilitar a integração e o desenvolvimento destas crianças. Esta brochura foi concebida sobretudo para informar as famílias e marca o início de um conjunto de publicações da iniciativa da Fundação sobre o tema da intervenção precoce.
Temos tido o privilégio de contar com o saber e a experiência do Professor Doutor Daniel Sampaio, que nos tem orientado nestas matérias e a quem manifesto o nosso apreço e agradecimento.

Quando uma família se defronta com uma criança que nasce com algum tipo de problema ou que, passado algum tempo, parece ter um desenvolvimento diferente do habitual, algumas das primeiras perguntas que faz são:
01. O que está a acontecer?
02. Porquê a mim?
03. Porque é que o meu filho(a) é diferente dos outros bebés ou crianças da sua idade?
04. Quem me pode ajudar?

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Intervenção Precoce na Infância


Foi publicado o Decreto-Lei n.º 281/2009, de 6 de Outubro, que tem por objecto, na sequência dos princípios vertidos na Convenção das Nações Unidas dos Direitos da Criança e no âmbito do Plano de Acção para a Integração das Pessoas com Deficiência ou Incapacidade 2006 -2009, a criação de um Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância (SNIPI).
O SNIPI abrange as crianças entre os 0 e os 6 anos, com alterações nas funções ou estruturas do corpo que limitam a participação nas actividades típicas para a respectiva idade e contexto social ou com risco grave de atraso de desenvolvimento, bem como as suas famílias.

Considera-se:
a) «Intervenção precoce na infância (IPI)» o conjunto de medidas de apoio integrado centrado na criança e na família, incluindo acções de natureza preventiva e reabilitativa, designadamente no âmbito da educação, da saúde e da acção social;
b) «Risco de alterações ou alterações nas funções e estruturas do corpo» qualquer risco de alteração, ou alteração, que limite o normal desenvolvimento da criança e a sua participação, tendo em conta os referenciais de desenvolvimento próprios, consoante a idade e o contexto social;
c) «Risco grave de atraso de desenvolvimento» a verificação de condições biológicas, psicoafectivas ou ambientais, que implicam uma alta probabilidade de atraso relevante no desenvolvimento da criança.

Neste âmbito, compete ao Ministério da Educação:
i) Organizar uma rede de agrupamentos de escolas de referência para IPI, que integre docentes dessa área de intervenção, pertencentes aos quadros ou contratados pelo Ministério da Educação;
ii) Assegurar, através da rede de agrupamentos de escolas referência, a articulação com os serviços de saúde e de segurança social;
iii) Assegurar as medidas educativas previstas no PIIP através dos docentes da rede de agrupamentos de escolas de referência que, nestes casos, integram as equipas locais do SNIPI;
iv) Assegurar através dos docentes da rede de agrupamentos de escola de referência, a transição das medidas previstas no PIIP para o Programa Educativo Individual (PEI), de acordo com o determinado no artigo 8.º do Decreto -Lei n.º 3/2008, de 7 de Janeiro, alterado pela Lei n.º 21/2008, de 12 de Maio, sempre que a criança frequente a educação pré -escolar;
v) Designar profissionais para as equipas de coordenação regional.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Equipa Móvel de Desenvolvimento Infantil e Intervenção

No sítio da Equipa Móvel de Desenvolvimento Infantil e Intervenção Precoce podemos encontrar a documentação necessária à inscrição de crianças e famílias nos serviços da EMDIIP, consultar a constituição da Equipa técnica, dos Orgãos Sociais EMDIIP, bem como aceder à tabela de custos dos serviços prestados.
http://sites.google.com/site/emdiip/

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Programa ajudou 1087 alunos a passar de ano

O programa de combate ao abandono e ao insucesso escolar em Matosinhos "salvou" nos últimos três anos lectivos 1087 alunos, dos quais 703 do terceiro ciclo e 384 do pré-escolar. O próximo passo é na Matemática.
Tanto o projecto de Intervenção Precoce, no pré-escolar, como o projecto Epis - Empresários pela Inclusão Social, no terceiro ciclo, apresentam números animadores, pelo que não só terão continuidade, como serão reforçados no próximo ano lectivo, garantiu ontem, o presidente da Câmara. Para já, o programa exige um investimento de meio milhão de euros por ano.
Para atingir resultados ainda melhores, a Autarquia vai fazer um investimento idêntico no ensino da Matemática. Para isso, está a procurar nos países do Norte da Europa um projecto para combater as dificuldades naquela disciplina. A "importação" chega a tempo do próximo ano lectivo, que se inicia este mês, prometeu Guilherme Pinto. "Vamos começar com uma experIência, tal como fizemos com a Intervenção Precoce. Se correr bem, alargamos a todas as escolas".
O projecto de Intervenção Precoce, pioneiro em Portugal, começou em S. Mamede de Infesta em 2005/2006. Dois anos depois foi alargado a todo o concelho e no último ano passou a integrar também as IPSS. No total, foram avaliadas 1144 crianças com cinco anos de idade. As psicólogas detectaram dificuldades de aprendizagem em 478, entretanto alvo de intervenção. Dessas, 80% atingiram as competências de transição e as restantes continuam a ser acompanhadas no 1º ciclo, esclareceu Correia Pinto, vereador da Educação da Câmara de Matosinhos.
Por outro lado, o projecto Empresários pela Inclusão Social, que começou em 2007/2008, envolvendo alunos do 7º e 8º anos, apoiou 759 jovens em risco de insucesso escolar ou abandono, de um total de 3200 avaliados. Resultado: 76% dos alunos ajudados pelas psicólogas passaram de ano.
A par destes dois projectos, o programa de combate ao insucesso escolar de Matosinhos abordou ainda os problemas de expressão oral de 100 crianças sinalizadas, com a colaboração de cinco terapeutas da fala da Universidade Fernando Pessoa.
JN online
Comentário:
Os bons projectos devem ser publicitados, podendo, desta forma, ser partilhados e adaptados a outras realidades.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Portugal entre os piores nos cuidados infantis

O País chumba nos apoios aos menores de três anos, no baixo investimento público nos cuidados de apoio, na falta de formação superior do pessoal especializado, no baixo rácio de funcionários por criança e na elevada taxa de pobreza infantil, que é o dobro do indicado pela OCDE.
Portugal é um dos piores países da OCDE ao nível dos equipamentos e assistência à infância. Apenas cumpre quatro dos dez padrões necessários. Não cumpre na licença parental, no investimento público e na formação superior dos funcionários, considerados insuficientes, e na taxa de pobreza, considerada excessiva. É no grupo etário dos três anos que o défice é maior. Só 23% destas crianças estão em estruturas licenciadas apoiadas, quando 70% das mães trabalham a tempo inteiro.
O País é analisado no conjunto dos 25 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e fica nos últimos lugares em termos de equipamentos e de medidas de apoio à infância. Atrás estão apenas a Espanha, os Estados Unidos, o México, a Suíça, a Austrália, o Canadá e a Irlanda. E apenas a Suécia cumpre os dez padrões exigidos. São as conclusões de um relatório do Centro de Pesquisa Innocenti, da Unicef, que é hoje apresentado em Florença, Itália. "A Transição dos Cuidados Infantis, uma tabela classificativa dos serviços de educação e cuidados na primeira infância nos países economicamente desenvolvidos" é um estudo comparativo sobre os padrões considerados necessários para acompanhar as crianças numa fase de mudança.
Essa mudança é caracterizada pelo acesso das mulheres ao mercado de trabalho. "Mais de dois terços de todas as mulheres da OCDE em idade activa trabalham for de casa" e "a participação feminina faz crescer o PIB". Por outro lado, "uma economia global mais competitiva baseada no conhecimento está a ajudar a convencer os governos e os pais de que a educação pré-escolar é um investimento no sucesso académico. E, por último, "alguns países da OCDE começaram a encarar os serviços de cuidados infantis com uma maneira de lutar contra o decréscimo da natalidade", explicam os peritos.
Um daqueles países é a França, que aumentou substancialmente o índice de fecundidade (IF) com as novas medidas destinadas à infância e à família. Passou de um índice de 1,66 (1993) para 1,98 (2007). O IF de Portugal é de 1,3 crianças por mulher em idade fértil.
Um dos padrões necessários à mudança é uma licença parental de um ano com um salário a 50%, o que já é possível na Suécia, Dinamarca, Noruega, Finlândia, França, Noruega e Hungria. Por exemplo, a licença de maternidade dos noruegueses e dos franceses é cinco vezes superior à dos portugueses.
Uma cobertura de creches gratuitas ou subsidiadas de 25% das crianças entre os zero e os três anos é a meta da OCDE, mas os líderes da UE concordaram em aumentar a fasquia para os 35% até 2010.
A meta de cobertura para as crianças de quatro anos é os 80%, um objectivo que Portugal já cumpre. "Nos países ricos, quase 80% das crianças entre os três e seis anos estão inseridas em algum tipo de estrutura de cuidados e educação infantis", salientam os peritos da UNICEF. E elogiam a Dinamarca e a Islândia, que apresentam a taxa mais alta de inscrição em creches, 60%.

domingo, 6 de julho de 2008

Bebés irritáveis têm consulta própria


Choro, birras, insónias e problemas de alimentação podem ser sintomas de mal-estar psicológico. São cada vez mais os que procuram ajuda para os filhos na consulta Bebés Irritáveis do Hospital D. Estefânia, em Lisboa.
A maior parte dos pais conseguem distinguir os vários choros dos bebés - dor, fome, enfado - e intuitivamente encontrar respostas para os filhos. Para os casos mais difíceis, a Unidade de Primeira Infância do Hospital D. Estefânia, em Lisboa, criou há três anos a consulta de Bebés Irritáveis.
"O nosso interesse é descobrir de que maneira vamos pôr o bebé calmo e a família a ter um relacionamento satisfatório com ele", explica o pedopsiquiatra Pedro Caldeira, responsável pela unidade a funcionar no Bairro da Encarnação. A equipa é formada por três pedopsiquiatras, duas enfermeiras e uma psicóloga.
O motivo principal que leva os pais a recorrerem à unidade de saúde mental são dificuldades de comportamento, como birras, atitudes de oposição, de agressividade, que podem corresponder a vários diagnósticos.
Muitos destes casos podem ter a ver com a relação da criança com a família e o meio envolvente. "Há crianças que têm uma experiência muito negativa do mundo", garante Pedro Caldeira.
O pedopsiquiatra refere a existência de situações mais graves. Algumas crianças com um ano recusam alimentos de forma persistente, o que afecta o peso e sua sobrevivência. Mas os casos de morte são raros. Um ou dois por ano, de acordo com o clínico.
Ao nível de intervenção, "é muito importante observar os bebés, gerir informações e perceber a ansiedade das pessoas à sua volta", acrescenta.
Um dos príncipios é, de resto, "trabalhar em aliança com a família". Por exemplo, em casos de insónia grave, o pedopsiquiatra aconselha, por vezes, os pais a dormirem com os bebés, por considerar que precisam do contacto com os progenitores. Uma sugestão que surpreende alguns.
O médico garante que, no geral, as crianças tratadas na unidade evoluem de modo favorável. Nos casos "graves" a taxa de sucesso é de apenas um terço.
O número de utentes tem vindo a aumentar. Em 2007, foram cerca de 200 e este ano vão ultrapassar os 300.

Comentário:
Embora não sendo matéria de Educação Especial, nem de Política Educativa, esta notícia tem a sua pertinência no âmbito da intervenção precoce e do apoio à família.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

NA INTERVENÇÃO PRECOCE PODE ESTAR A CHAVE DO SUCESSO


No link que se encontra em baixo tem-se a cesso a um texto sobre a problemática da intervenção precoce e a sua importância no futuro das crianças.

Vale a pena uma leitura rápida!

quarta-feira, 14 de maio de 2008

INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA: Práticas Centradas na Família e nos Locais de Vida da Criança

O Centro Social e Paroquial de Santo André é um dos membros da Equipa Local de Parceiros, designada pela Equipa Concelhia de Intervenção Precoce de Estremoz, da qual fazem parte também o Agrupamento de Escolas de Estremoz, a Câmara Municipal, o Centro de Saúde, o Serviço Social de Acção Local, a Polícia de Segurança Pública, a CerciEstremoz, a Cruz Vermelha e o Ensino Recorrente.
A Equipa Directa de Intervenção Precoce, do Concelho de Estremoz, constituída à luz do Despacho Conjunto 891/99, de 19 de Outubro, adoptou um modelo de funcionamento centrado na família prestando apoio nos locais de vida das crianças (domicílios, amas, creches e jardins de infância).
INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA: Práticas Centradas na Família e nos Locais de Vida da Criança