O diagnóstico condiz com a análise que professores, técnicos e pais têm feito da implementação do regime inclusivo nas escolas: o decreto-lei n.º 54/2018 permitiu que mais alunos com necessidades específicas fossem apoiados nas suas aprendizagens, que os seus resultados melhorassem, que professores e educadores tivessem práticas mais inclusivas, mas as escolas deparam-se com uma série de dificuldades que impedem uma integração plena destes alunos: faltam professores, assistentes operacionais, técnicos especializados, materiais, espaços dedicados. Há um "subfinanciamento estrutural": estima-se que seriam necessários entre 50o e 700 milhões de euros para a "plena execução do DL n.º 54/2018, mas os recursos disponíveis estão muito aquém", refere o relatório “Avaliação da Educação Inclusiva” para o Programa Temático Demografia, Qualificações e Inclusão (Pessoas 2030), realizado por uma equipa do Instituto para as Políticas Públicas e Sociais do Iscte, coordenada por Luís Capucha e Paulo Pedroso. (...)
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