terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Educação Especial: ações de intervenção precoce, reabilitação e integração escolar e social de crianças e jovens com necessidades educativas especiais

Estão abertas, de 6 de Fevereiro a 16 de Março, as candidaturas de apoio a atividades e ações destinadas a promover a educação, designadamente no âmbito da intervenção precoce, reabilitação e integração escolar e social de crianças e jovens com necessidades educativas especiais contemplando, especialmente, as seguintes iniciativas:


a) Ações de formação para professores, educadores e outros profissionais ligados à educação;

b) Ações de formação para pais e encarregados de educação de crianças e jovens com necessidades educativas especiais, promovidas por Associações de Pais, preferencialmente ligadas a instituições de ensino.

c) Aquisição de equipamentos para melhoria da qualidade do atendimento e da aprendizagem do público-alvo;

d) Intervenções inovadoras promotoras de inclusão escolar e social. 

As candidaturas devem ser apresentadas por instituições públicas ou privadas, individualmente ou em associação, considerando-se Entidade Beneficiária do financiamento, a instituição que apresenta a candidatura e que fica responsável pela execução do projeto.

Apenas são admitidas a concurso, as candidaturas apresentadas no formulário próprio, devidamente preenchido, que reúnam os requisitos exigidos no Regulamento do concurso.

Só são aceites candidaturas on line.

A Entidade Beneficiária deverá:
- preencher o formulário abaixo disponível on line, correspondente ao concurso aberto, 
- registar e guardar o número de processo que lhe foi atribuído.
- Para completar a sua candidatura deverá, de seguida, aceder a my-file
- proceder à anexação dos documentos obrigatórios ou necessários e, se tiver dúvidas, fazer um pedido de informação.

Os documentos a anexar ao formulário da candidatura deverão ter o formato PDF ou JPG (o tamanho máximo recomendável é de 2MB). De forma a prevenir dificuldades no envio dos processos, solicita-se que se evite a sua apresentação nos últimos dias do prazo.

As candidaturas ao presente concurso devem ser enviadas para a Fundação Calouste Gulbenkian, até ao dia 16 de Março de 2012.





segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Adequações curriculares individuais no ensino secundário


Uma das questões recorrentes, atualmente, prende-se com a aplicação da medida de adequações curriculares individuais aos alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente que frequentam o ensino secundário. Afinal, como se operacionalizam ou podem operacionalizar? Trata-se de uma questão que tem suscitado bastantes dúvidas e sobre têm sido publicados poucos esclarecimentos. Sendo assim, vou partilhar mais uma reflexão sobre esta temática, já abordada anteriormente em outro texto (Adequações curriculares individuais: como efectuar?).
O Decreto-lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, refere que as adequações curriculares individuais têm como padrão o currículo comum e não podem pôr em causa a aquisição das competências terminais de ciclo, no ensino básico, e as competências essenciais das disciplinas, no ensino secundário (cf. art.º 18º). Neste momento, face à suspensão da aplicação do documento que estabelece o Currículo Nacional do Ensino Básico - Competências Essenciais, através do Despacho 17169/2011, deixamos de fazer referência às competências e passamos a ter como documentos orientadores do ensino as metas de aprendizagem, os programas existentes e os seus auxiliares.
As adequações curriculares individuais podem consistir em algumas modalidades. Desde logo, podem consistir na introdução de áreas curriculares específicas que não façam parte da estrutura curricular comum, como sejam a leitura e a escrita em braille, orientação e mobilidade, treino de visão, actividade motora, entre outras (cf. n.º 1 do art.º 18º). São situações muito específicas que visam, entre outros aspetos, o acesso do aluno aos programas disciplinares.
Outra modalidade muito singular consiste na adequação do currículo dos alunos surdos com ensino bilingue através da introdução de áreas curriculares específicas, como sejam a língua gestual portuguesa, o português segunda língua e uma língua estrangeira escrita (cf. n.º 3 do art.º 18º).
As adequações curriculares podem consistir, ainda, na dispensa das atividades que se revelem de difícil execução em função da incapacidade do aluno, desde que o recurso a tecnologias de apoio não seja suficiente para colmatar as necessidades educativas (cf. n.º 5 do art.º 18º). Podemos tomar como exemplo um aluno tetraplégico que, em função das suas limitações, pode ficar dispensado de executar alguns exercícios de educação física.
As maiores dúvidas têm surgido, no entanto, ao nível das adequações curriculares que podem traduzir-se na introdução de objetivos e conteúdos intermédios em função do programa disciplinar, das características de aprendizagem e das dificuldades específicas dos alunos (cf. n.º 4 do art.º 18º). Sobre esta temática, a extinta Direção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC) refere que “Com as adequações curriculares específicas pretende-se, através de percursos diferenciados, em função das características de aprendizagem e das dificuldades específicas dos alunos e de forma a responder às suas necessidades, possibilitar o desenvolvimento das competências definidas para cada disciplina ou ciclo de escolaridade. Assim, o ponto 4 do mesmo artigo prevê não a eliminação mas a introdução de objectivos ou de conteúdos não definidos no plano de estudos dos restantes alunos, com o propósito de funcionarem como mediadores ou como interface para a aquisição de competências que os restantes alunos adquirem sem necessidade desse suporte.” (DGIDC). Fazendo as devidas atualizações quanto à referência às competências, questão esclarecida acima, é importante notar que as adequações curriculares, previstas nesta modalidade, não podem pôr em causa a aquisição e o desenvolvimento dos objetivos e dos conteúdos programáticos definidos para a disciplina em causa. Pela introdução de objetivos e conteúdos, compreendemos o esmiuçar dos conteúdos e dos objetivos de modo a que o aluno, faseada e gradualmente, consiga aceder ao programa final da disciplina. Tomemos como exemplo o objetivo final da disciplina de português do ensino secundário “expressar-se oralmente e por escrito com coerência, de acordo com as finalidades e situações de comunicação”. Se o aluno ainda revela muitas dificuldades de expressão oral e escrita, provavelmente teremos de esmiuçar o objectivo final e definir objetivos intermédios, faseados gradativamente, passando por desenvolver os mecanismos da expressão oral e escrita simples, pela consolidação desses mecanismos, pela introdução de contextos diferentes de comunicação oral e escrita… Partindo do pressuposto de que um aluno tem problemas de linguagem, designadamente de articulação e de comunicação expressiva, babando-se enquanto e fala e enrolando as sílabas e as palavras, tornando-se quase impercetível, vemo-nos confrontados com a impossibilidade de atingir a totalidade do objetivo acima referido. Temos consciência, de antemão, que o aluno nunca conseguirá expressar-se oralmente com coerência. Nesta situação, há que evitar o insucesso sistemático, reflexo da incapacidade do aluno. Na minha perspetiva, o importante será que o aluno, dentro das suas limitações, consiga fazer-se compreender oralmente, ainda que sem incoerência. Eventualmente, introduzindo objetivos e conteúdos intermédios, como o treino da fala, a leitura de palavras, de frases, de textos simples, e recorrendo, eventualmente, ao apoio de terapia da fala, será possível reformular o objetivo final tomando, a título de exemplo, a redação “expressar-se oralmente de forma simples e por escrito com coerência, de acordo com as finalidades e situações de comunicação”. Apesar de se registar uma reformulação, esta far-se-á em função do perfil de funcionalidade do aluno, hipotecando apenas parcialmente a aquisição do objetivo final.
Temos de ter presente que os alunos do ensino secundário que beneficiem de adequações curriculares individuais com adequações no processo de avaliação podem concluir este nível de ensino pela realização de exames a nível de escola. Para prosseguimento de estudos superiores, só é exigida a realização dos exames específicos de acesso ao curso pretendido.
A aplicação desta medida deve reger-se, assim, por alguma dose de bom senso, baseando-se no perfil de funcionalidade e no interesse do aluno.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Escola Alves Martins ofereceu cadeiras elétricas a alunos com deficiência motora

O Luciano e a Isabel movimentam-se, desde o início do ano letivo, em cadeiras de rodas elétricas. São alunos do 7º ano da Escola Secundária Alves Martins e o estabelecimento de ensino deu-lhes a possibilidade de percorrerem os corredores com maior mobilidade, substituindo as suas cadeiras manuais.

No caso de Luciano Lécio, a oferta da escola representa uma autonomia que não conhecia antes, uma vez que as deficiências motoras o impediam de movimentar a sua própria cadeira. Com o equipamento elétrico tudo mudou e o aluno da Alves Martins tem agora a capacidade de orientar, sozinho, o seu próprio percurso. A mãe do jovem, Maria de Lasalete, aponta as mudanças.

Paraplégico está a atravessar França de muletas

Joe Kals, paraplégico há três décadas, está a percorrer França a pé, com a ajuda de muletas e utilizando apenas a força dos braços e do tronco, com um objetivo: mobilizar a sociedade para a procura de uma solução médica para lesões na espinal medula.

Em declarações à BBC Brasil, Kals, que ficou totalmente paralisado depois de um acidente de mota em 1982, explicou o objetivo desta decisão. "Quero sensibilizar as pessoas em relação a um problema que é mundial", afirmou. 

"Não quero provar nada a ninguém com esta caminhada. Desejo apenas que haja uma tomada de consciência e uma mobilização para encontrar uma solução para este problema", acrescentou este aventureiro. 

O francês deu início ao percurso em Agosto de 2011, quando deixou a cidade de Havre, no noroeste do país. Entre o fim de Fevereiro e meados de Março, Kals espera conseguir chegar a Menton, perto da fronteira com a Itália. 

Este domingo, cumpriu os primeiros mil quilómetros. Para levar a cabo esta tarefa, Kals tem utilizado talas que deixam as suas pernas rígidas, adianta a BBC Brasil. Assim, apoiado em muletas, ele "anda" balançando as pernas para a frente. 

A preparação para a maratona demorou cinco anos e foi atrasada por problemas médicos e uma cirurgia em 2010, mas nem os obstáculos fizeram Joe Kals baixar os braços. Agora próximo de Marselha, explicou que caminha em média dez quilómetros por dia durante quatro dias e, depois, descansa por 24 horas.

Kals quer dar um novo impulso às investigações médicas

"Quando sofri o acidente e fiquei paraplégico, os médicos diziam-me que soluções para as lesões na espinal medula estavam muito perto de ser encontradas. Mas, 30 anos depois, continuam a dizer o mesmo", revelou, com alguma frustração.

Em consequência desta realidade, Joe Kals quer dar um impulso para que haja avanços. "Gostaria que, no futuro, o mais próximo possível, as pessoas não tivessem mais sequelas de lesões medulares e pudessem viver com dignidade", admitiu. 

Apesar do frio rigoroso, com temperaturas negativas, e das várias dificuldades causadas pelo esforço físico, Kals promete que vai continuar e que esta experiência, após dezenas de anos numa cadeira de rodas, é uma novidade constante.

"Cada passo que dou é único, não irei repeti-lo no futuro. Então, aproveito cada instante, cada paisagem, cada encontro. Sinto-me livre", concluiu.

Clique AQUI para conhecer a história de Joe Kals no seu site oficial.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Mandíbula artificial devolve fala a mulher holandesa

Uma mulher holandesa recuperou a fala e outras funções graças ao implante de uma mandíbula artificial, obtida graças a uma técnica inovadora de criação de imagens 3D. O anúncio foi feito esta quinta-feira pela equipa médica, que apresentou a prótese como uma inovação mundial.

A notícia é avançada pela AFP, que explica que a técnica consistiu em desenhar em três dimensões, no computador, a parte do esqueleto doente - neste caso, uma mandíbula. 

Depois, foi apenas necessário "imprimir" o desenho numa prótese em titânio com as dimensões exatas do maxilar natural, que teve de ser substituída em consequência de uma infeção grave.

Jules Poukens, um dos médicos da equipa composta por belgas e holandeses envolvida no procedimento cirúrgico, contou, numa conferência de imprensa coletiva em Hasselt, na Bélgica, que a prótese pode ser implantada no corpo do paciente, reduzindo substancialmente o tempo de cirurgia. 

Deste modo, é possível substituir uma cirurgia de reconstrução tradicional que dura, por norma, entre 12 a 40 horas por uma intervenção que demora apenas cerca de três ou quatro horas. 

Primeira intervenção do género alguma vez realizada

Segundo Poukens, o procedimento já tinha sido utilizado em partes de crânios ou pequenas parcelas do rosto mas "esta foi a primeira vez que uma mandíbula inferior completa foi reimplantada num paciente". 

O cirurgião acrescentou que "a operação foi realizada há alguns meses numa doente holandesa de 83 anos" e possibilitou a preservação "de importantes funções vitais, entre as quais a respiraçao, a fala, a mastigação e as capacidades degustativas, bem como o aspeto estético, que de outra maneira teria sido perdido". 

A prótese, que pesa 107 gramas (mais 37 do que um maxilar verdadeiro), pode custar até 9.000 euros. No entanto, os médicos sublinham que, apesar de elevado, o valor é recompensado pelos benefícios, em particular a redução do tempo da operação e da hospitalização e a melhoria do estado de saúde do paciente.

Esta intervenção cirúrgica inovadora foi proporcionada graças a uma colaboração entre várias instituições de ensino e de saúde da Bélgica e da Holanda, entre as quais a Hasselt Biomed University e o Centro Médico de Sittard-Geleen.

Critérios de Avaliação das Candidaturas ao Programa de Financiamento do INR, I.P. às ONG / 2012

Ao abrigo do nº 4, do artigo 8.º do Regulamento do Programa de Financiamento do INR, I.P. às Organizações Não Governamentais, o Júri de Avaliação e Seleção definiu os critérios de avaliação dos projetos e respetivas ponderações, que agora se tornam públicos.

Mais informações estão disponíveis na página do Programa de Financiamento.

Documentos disponíveis para descarregar:
In: INR

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Lançamento do 1º Dicionário Terminológico em Língua Gestual Portuguesa

Congresso Português Reabilitação Visual

Mensagem do Presidente

Os olhos, nas suas múltiplas funções e capacidades, constituem, na espécie humana, o mecanismo mais excelente e privilegiado do cérebro para a avaliação do meio exterior.

Ver, o poder ver, o poder retirar das capacidades funcionais do “aparelho visual” por menor que seja o contributo do componente ocular, não tem discussão. Merece todo o nosso empenho, até aos limites indizíveis da “devoção cega”, do querer e da paixão científica e humana consoladora.

O que se progrediu nos campos tecnológicos e pedagógicos no tema da reabilitação de funções visuais reduzidas ou mesmo perdidas, desde os tempos pioneiros de esplendor criativo do nosso inesquecível Engenheiro Técnico Jaime Magalhães Filipe, é um mundo de deslumbramento.

Permitir ao cérebro humano através dos mais diversos meios elaborar sobre o mundo exterior e interior, fornecendo-lhe algo de semelhante ao que o sistema visual lhe proporciona em condições normais, é um desafio para todo o investigador cientista, técnico ou pedagogo que saiba e goste de transpor obstáculos.

É para tentar responder a esse desafio que aqui nos encontramos junto ao grandioso Farol orientador da Barra de Aveiro.

Não viremos as costas ao chamamento.

Professor Doutor Ferraz de Oliveira


16 e 17 de março de 2012, em Aveiro

O Congresso Português de Reabilitação Visual (CPRV2012) é um congresso organizado por pessoas que trabalham, investigam ou têm forte interesse pela reabilitação visual. Se partilha dos mesmos interesses, este congresso dirige-se a si.

Os três vetores deste evento são:

(1) Reunião e valorização dos profissionais e recursos existentes em Portugal;

(2) Formação e desenvolvimento contínuo;

(3) Preparação dos recursos para a organização de eventos nacionais regulares e/ou eventos internacionais.


Para atingir estes objetivos a organização preparou um evento multidisciplinar repleto de palestras sobre os temas mais acuais proferidas por personalidades de referência. Tivemos a cuidado de criar espaços de discussão e de sociabilização para promover a troca de experiências e o estabelecimento de colaborações. 



Para mais informações, aqui.

Comunidades Virtuais - Professores da Educação Especial

A DGE abriu áreas na sua plataforma Moodle dedicadas aos professores da Educação Especial, no sentido de constituir comunidades virtuais temáticas.

O objetivo destas comunidades é criar um espaço de partilha de recursos e discussão de problemas associados à atividade dos professores.

Para se registarem, os professores deverão criar uma conta de utilizador e preencher os campos requeridos na plataforma. Para aqueles que tiverem dificuldades na inscrição, poderão seguir as indicações da comunidade Moodle portuguesa em: http://moodlept.net.educom.pt/mod/book/view.php?id=408&chapterid=118

Os professores das Unidades de Ensino Estruturado para a Educação de Alunos com Perturbações do Espetro do Autismo poderão registar-se diretamente em:
http://moodle.dgidc.min-edu.pt/
Educação Especial
Unidades Ensino Estruturado Autismo
Chave de inscrição: autismo_2011

Os professores das Escolas de Referência para a Educação Bilingue de Alunos Surdos poderão registar-se diretamente em:
http://moodle.dgidc.min-edu.pt/
Educação Especial
Escolas de Referência Alunos Surdos
Chave de inscrição: surdos_2011

Os professores das Escolas de Referência para a Educação de Alunos Cegos e com Baixa Visão poderão registar-se diretamente em:
http://moodle.dgidc.min-edu.pt/
Educação Especial
Escolas de Referência Alunos Cegos/Baixa Visão
Chave de inscrição: cegos_2011

Os professores das Unidades de Apoio Especializado para a Educação de Alunos com Multideficiências e Surdo Cegueira Congénita poderão registar-se diretamente em:
http://moodle.dgidc.min-edu.pt/
Educação Especial
Unidades Especializadas Multideficiência
Chave de inscrição: multideficiência_2011 
 
Poderão inscrever-se em mais do que uma disciplina, caso estejam interessados.
 
In: DGIDC

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

II Encontro de Famílias de Pessoas com Trissomia 21


" O AMOR NÃO CONTA CROMOSSOMAS"

Sob o lema "O amor não conta cromossomas" iniciou-se na Maia o ano passado, por altura do Dia Mundial da Trissomia 21, esta ideia fantástica de, a propósito de algo que mudou as vidas das famílias de pessoas com Trissomia 21, juntarem-se todas para comemorar o Dia 21 de Março - Dia Internacional da Trissomia 21!

Aqui fica a divulgação deste Encontro Nacional de Famílias com ligação à Trissomia 21 que vai decorrer em COIMBRA no Sábado dia 24 de Março de 2012. Será no espaço fantástico da Quinta das Lágrimas!

Assim, foi lançado o desafio à Associação Olhar 21 (associação de pais e familiares ligados a esta causa) para prosseguir este desafio.

É objectivo desta organização de conseguir ter o máximo de famílias e de crianças/jovens/adultos com trissomia 21 presentes. 

Por isso, a quem possa beneficiar deste encontro, divulguem. Os contatos para se inscreverem são:

Por e-mail (olhar.vinte.um@gmail.com) 

Por telefone (912 534 015 ou 912 534 320) ou 

Presencialmente (Loja Olhar 21 na Torre Arnado, Coimbra), estamos disponíveis para dar qualquer informação. 


Com os nossos cumprimentos,
Helena Moura/Associação Olhar 21

www.olhar21.com