segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Prémio Branco Rodrigues

A Biblioteca Nacional de Portugal lançou, recentemente,  a 9ª edição do Prémio Branco Rodrigues, destinado a estimular entre os cidadãos com deficiência visual residentes no território português, o interesse pela actividade científica, cultural e literária.
Poderão ser apresentados ao Prémio Branco Rodrigues, trabalhos publicados entre 1 de Janeiro de 2008 e 31 de Dezembro de 2010 e o valor do Prémio a atribuir será de 1000 euros.
Os trabalhos candidatos deverão ser enviados para a Área de Leitura para Deficientes Visuais, da Biblioteca Nacional de Portugal, Campo Grande, 83, 1749-081 Lisboa,  até  às 17h30 do dia 28 de Fevereiro de 2011.
O Regulamento pode ser solicitado através do endereço aldv-leitura@bnportugal.pt ou ser consultado no sítio internet da Biblioteca Nacional.
In: INR

Lar que acolhe deficientes investigado por maus-tratos

O Ministério Público está a investigar uma denúncia que aponta para maus-tratos num lar em Oliveira de Frades.
As alegadas agressões aos deficientes feitas no lar foram reveladas por um ex-cozinheiro e sócio da Associação de Solidariedade Social de Lafões, e envolvem directores e funcionários.
Colorau na boca dos deficientes, agulhas espetadas e queimaduras com colheres terão sido alguns dos castigos utilizados.
Comentário:
Conheço um pouco do funcionamento desta instituição e é com estupefacção que li a notícia. Trata-se de uma instituição que vem desempenhando um papel importante na inclusão e formação profissional de crianças e jovens com necessidades educativas especiais.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Sucesso dos alunos depende mais dos professores que do investimento

Eric Hanushek, investigador na Universidade de Stanford, é especialista na análise económica aplicada aos assuntos educacionais e está em Lisboa, onde participou no encontro "Avaliação: como medir o valor acrescentado de escolas e professores?", organizado pelo Fórum para a Liberdade de Educação.
Com base nos dados de 2006 do PISA (programa internacional de avaliação de alunos), em que Portugal se posicionava nos últimos lugares entre os países desenvolvidos, Eric Hanushek concluiu que, se todos os alunos portugueses tivessem o nível médio, dentro de uma geração, a economia nacional podia crescer onze vezes mais.
E alertou que a solução não está em aumentar a verba gasta nas escolas: "Portugal gasta o mesmo que a média dos países da OCDE, mas o seu desempenho está abaixo".
Para o especialista, a qualidade dos professores é o elemento mais importante nas escolas para a obtenção de bons resultados pelos alunos. Por isso, sublinha a importância de avaliar o desempenho dos docentes, ou o valor acrescentado que conferem ao estudante, e de incentivar a actividade dos melhores profissionais.
Maria Conceição Portela e Paulo Trigo Pereira, investigadores e professores universitários, participaram no encontro e concordaram na constatação da dificuldade de avaliar o desempenho ou o valor acrescentado, quer de professores quer de escolas, devido à falta de dados ou à falta de disponibilidade da informação.
"Pouco tem sido feito em Portugal no cálculo do valor acrescentado das escolas e dos professores", defendeu Maria Conceição Portela, exemplificando ao dizer que "dados sobre a situação económica dos alunos são difíceis de obter".
Já Paulo Trigo Pereira afirmou que, "sem uma avaliação adequada, não se pode ter uma política educativa de qualidade" e criticou a falta de acesso aos dados que o Ministério da Educação possui.
"Precisamos de uma sociedade mais aberta e mais livre, precisamos de mais dados", salientou.
O secretário de Estado Adjunto e da Educação, Alexandre Ventura, que também participou no seminário, disse à agência Lusa que os dados do PISA utilizados pelo especialista norte-americano não estão actualizados e, segundo a última edição, referente a 2009, Portugal regista "um crescimento fantástico".
Este comportamento "conforta-nos, estamos no bom caminho, mas não estamos satisfeitos porque ainda há muito a fazer", referiu, à margem do encontro.
Para Alexandre Ventura, "é muito importante a projecção estatística que estabelece a relação entre o sucesso académico e o crescimento económico", mas salienta que existem outros factores a ter em conta nessa análise.
In: Educare

"Gaguez em Contexto Escolar"

26 Fev. 2011 (sábado) - Lisboa

Objectivos
       - Alargar o conhecimento sobre gaguez, com enfoque especial dos 3 aos 12 anos;
- Compreender as repercussões sociais (pessoais, familiares e escolares) que a gaguez provoca;
- Desenvolver e adaptar, em conjunto com os formandos, estratégias e modos de actuação, adequados aos diferentes Contextos Escolares (sala de aula, recreio, etc.).

Conteúdos Programáticos 
            - Gaguez: Definição e Etiologias;
- Curiosidades e Mitos sobre gaguez;
- Como se manifesta: Vídeos de apoio;
- O Interlocutor: O papel da Escola como Interlocutor;
- A Gaguez na Infância: Da Gaguez de Desenvolvimento à Gaguez Crónica;
- A Gaguez em contexto Escolar (do pré-escolar ao 2º ciclo): Que medidas adoptar?;
- Discussão de Casos Práticos, em diferentes Contextos Escolares.

 Formadora
       Dra. Mónica Gaiolas – Terapeuta da Fala
 - Licenciada em Terapia da Fala, pela Escola Superior de Saúde de Alcoitão;
- Autora dos livros: “Gaguez da Infância à Adolescência” e  “Ernesto, O menino com Gaguez em Família”;
- Colabora com a  Asociación Española de la Tartamudez e otros Transtornos del Habla, Eloquetia;
- Trabalha em escolas da rede pública e clínicas médicas com crianças/jovens e adultos com Gaguez e com outros problemas de Fala e Linguagem.

Destinatários
            - Profissionais com intervenção na área da Educação ou da Saúde da Criança e/ou do Adolescente;
            - Estudantes de cursos das áreas da Educação ou Saúde;
            - Pais e Encarregados de Educação.


Local: Hospital CUF Descobertas - Lisboa (Parque das Nações)

Nº de Vagas -  35 (Admissão por Ordem de Chegada das Fichas de Inscrição)

Horário: 10 às 17 horas

Preço de Inscrição 
        Até  19/02/2011  - € 75   ;    Após  19/02/2011  - € 100 
              
Possibilidade de efectuar o pagamento com 2 cheques pré-datados (30 Jan. 2011 e 28 Fev. 2011). 
    Nota: O cheque deve ser passado à ordem de Oficina Didáctica e enviado juntamente com a ficha de inscrição.  
    Se preferir efectuar o pagamento por transferência bancária, por favor solicite-nos o NIB.
    Caso a inscrição não seja aceite, os valores pagos serão devolvidos.  

Secretariado

Oficina Didáctica
Rua D. João V, nº 6-B (ao Rato)
1250-090 Lisboa
Tel.: 213 872 458 - Email: info@oficinadidactica.pt 

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Provedoria pede nova lei para subsídio de educação especial

É "necessário e urgente" rever a lei que regula o subsídio de educação especial. A conclusão é do adjunto do provedor de Justiça, Jorge Noronha e Silveira. Isto depois de analisar as queixas de pais, que denunciaram à Provedoria as dificuldades para aceder a esta ajuda que o Estado prevê para crianças e jovens deficientes, e concluir que é necessário tornar o processo mais rápido e claro.
No último ano lectivo houve 6270 pedidos de subsídio de educação especial e em Fevereiro estavam por decidir 1857 processos, cerca de 30%. Segundo a Secretaria de Estado disse à Provedoria, estes processos ainda não estavam concluídos apenas por causa da "deficiente instrução dos mesmos", que é sempre da responsabilidade dos interessados.
Entretanto, a Provedoria recebeu novas queixas, uma delas subscrita por 15 pais. Fonte da instituição explica que os pais argumentam que as escolas não entregam os papéis necessários para avançar com processo ou os entregam mal preenchidos.
Queixam-se ainda que as equipas multidisciplinares que observam as crianças não têm em consideração as declarações passadas pelos médicos especialistas, juntas aos processos pelos pais das crianças, e que os centros distritais não fundamentam bem as decisões quando recusam atribuir o subsídio. Por fim, argumentam que as autoridades têm "adoptado um conceito restritivo de deficiência" - excluindo casos como o défice de atenção, por exemplo.
Fonte da Provedoria explicou que estes temas levantados pelos pais são recorrentes e que desde 2003 que a Provedoria recebe queixas relacionadas com este subsídio. As denúncias chegaram a originar uma auditoria aos Centros Distritais de Segurança Social de Viana do Castelo e do Porto e a criação de um grupo de trabalho para avaliar a legislação em vigor.
Assim, a Provedoria conclui que é mesmo necessário mudar a lei para clarificar as questões ligadas a este subsídio: da articulação das entidades que avaliam a criança (especialista, equipa multidisciplinar e escola) ao conceito de deficiência. Até a lei ser revista, é preciso clarificar o actual regime e chegar a um critério uniforme.
Essa recomendação já foi feita ao secretário de Estado da Segurança Social, Pedro Marques, em Novembro e Dezembro passados.
Comentário:
Esta tem sido a forma encontrada para dar resposta a muitos casos de alunos com necessidades educativas especiais, mais concretamente ao nível do apoio psicológico e de terapia da fala. De facto, no presente ano lectivo, não têm sido contemplados todos os alunos e, em situações pontuais, os valores sofreram um corte acentuado. Penso que será pertinente clarificar alguns conceitos e apoios a prestar, tendo sempre em vista as necessidades reais dos alunos!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Só um terço das escolas tem boas condições de higiene

Menos de um terço das escolas portuguesas têm boas condições de higiene e segurança nos seus edifícios e recintos. De acordo com os indicadores do Plano Nacional de Saúde, o número de escolas a cumprir as condições do Programa de Saúde Escolar pouco tem subido e está longe do previsto para 2010, que era garantir o cumprimento das boas práticas em 60% das escolas.
A alta-comissária da Saúde, Maria do Céu Machado, explica que "a estratégia para as escolas tem vindo a mudar e que a proximidade de um novo plano pode ter levado a uma fase intermédia de menores mudanças". Uma das mudanças foi a coordenação do programa por um professor em cada escola. "Outra razão possível será a redução do número de centros de saúde com equipas de saúde escolar que fazem as auditorias às condições das escolas", refere.
Os indicadores da saúde escolar são uma das áreas abrangidas pelo Plano Nacional de Saúde, até agora desenhado e monitorizado pelo Alto Comissariado da Saúde. De acordo com os indicadores, a que o DN teve acesso, no ano lectivo de 2007/8 apenas 25% dos jardins-de-infância, escolas do ensino básico e secundário do continente tinham edifícios e recintos com boas condições. Um ano depois, registaram-se ligeiras melhorias que aproximavam os resultados dos 30%. Entre 2004 e 2008 houve um crescimento de 31,6%.
As regiões de Lisboa e do Centro atingem em 2009 uma taxa de 14% e 28%, respectivamente. O Algarve conseguiu passar de uma taxa de 18 para uma de 60%. Norte e Alentejo, com taxas de 16% e 33% apenas disponibilizaram os dados de 2008. A higiene e segurança dos edifícios, que envolvem aspectos como a construção ou higiene dos vários recintos, como bares, salas ou locais de recreio, são apenas alguns dos aspectos analisados.
Em termos de meio ambiente, as escolas estão melhores, mas também ficam muito aquém dos objectivos de 90%, não passando dos 68%. Nesta área são analisadas as condições de saneamento, poluição, químicos perigosos ou radiação.
A avaliação destes dados nas escolas caiu em todo o País, menos no Algarve. Todas as unidades deviam ter avaliado condições de higiene e segurança. Mas em 2008, só Lisboa e o Algarve garantiram a avaliação a 40%. As restantes regiões ficaram abaixo dos 40% e o Alentejo não passou dos 23%. O número de equipas caiu em todo o continente, especialmente na região Norte (de 100% para 82%) e na região de Lisboa (de 95% para 78%).
Outro aspecto é a monitorização do estado de saúde aos seis e 13 anos. A meta aos seis era chegar a 90% de cobertura destes exames, mas as regiões não ultrapassam os 78% em 2009. O problema pode passar pela falta de exames, mas também por falhas na entrega da ficha de saúde nas escolas. Na região de Lisboa só há monitorização em 56% dos casos. Aos 13 anos a situação é pior. Com metas de 75%, o centro é o que mais se aproxima, com 53%, seguido do Norte (47%). Restantes ficam por um terço.
Maria do Céu Machado diz que "as avaliações são importantes, por serem em alturas de mudança. Na adolescência, por exemplo, é a altura em que há riscos de vícios".

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

O valor da estimulação cortical voltado para o déficit de atenção de alunos com síndrome de Down

Este estudo teve como objetivo demonstrar o valor de um programa de estimulação cortical, voltado para o déficit de atenção de alunos com Síndrome de Down, de ambos os sexos e idade compreendida entre 17 e 21 anos. A metodologia de trabalho foi desenvolvida por meio de pesquisa experimental, e a estratégia metodológica adotada foi a realização de um pré-teste e um pós-teste de processamento mental, que avaliou o tempo de reação a um estímulo programado. Entre esses testes, realizou-se a intervenção que ocorreu durante um mês, por meio de 20 sessões de estimulação cortical, sendo uma sessão por dia com duração de 40 minutos. Os resultados mostraram uma melhora significativa no tempo de reação (p = 0.0207), confirmando que a referida estimulação atua positivamente, ou de forma valiosa, no estado de atenção e de concentração prolongada de indivíduos com síndrome de Down.

Artigo completo aqui.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Professores deviam aprender Braille

O Braille deve integrar os planos de estudo da formação de professores para ajudar a que os alunos cegos tenham acesso à leitura e escrita, defende a Associação de Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO).
«A educação de uma criança cega privada do Braille está comprometida. Seria o mesmo que tentar educar uma criança normovisual sem lhe ensinar a ler ou a escrever, substituindo a leitura e a escrita pela passagem de informações orais», compara o presidente da ACAPO, Carlos Lopes.
Em vésperas do Dia Mundial do Braille, que se assinala terça-feira, Carlos Lopes lembra que é fundamental que as escolas tenham recursos técnicos e humanos que possibilitem a utilização do Braille por parte de um aluno cego.
Por isso, defende que «as entidades de ensino superior responsáveis pela formação de docentes incorporem uma componente académica sobre o Braille».
Outro dos entraves ao direito pleno à educação e informação é a carência de obras literárias ou científicas transcritas para Braille.
Não há estimativas fiáveis da produção em Braille de livros em língua portuguesa, mas a ACAPO assegura que é«manifestamente reduzida». E quando acontece nunca é feita pelas editoras, mas por entidades que se dedicam a apoiar quem tem dificuldades visuais.
«Deve ser prestada especial atenção a todos os sectores que concorram para o total acesso à informação e, assim, garantir às pessoas cegas a igualdade de oportunidades», refere Carlos Lopes à Lusa.
O presidente da ACAPO lamenta ainda a ausência de dados sobre os portugueses que sabem Braille e considera crucial realizar um estudo de caracterização de sistema de leitura e escrita.
«A ACAPO considera de enorme relevância a realização de um estudo de caracterização da utilização do Braille por parte das pessoas cegas, que nos permitisse conhecer quem, como e quando utiliza o Braille, mas também qual a relação já posta em evidência por estudos internacionais, entre o ensino e a utilização do Braille e o sucesso escolar e profissional», refere o dirigente associativo.

Indisciplina e agressão nas escolas

Este fenómeno (da indisciplina) não é, contudo, apenas português, observando-se, hoje, em vários países da Europa. Os pais acusam a escola de não conseguir desempenhar o seu papel educativo junto dos seus filhos; os professores atribuem a indisciplina à falta de regras que as crianças e jovens têm em casa, o que se reflecte depois na escola e prejudica a aprendizagem.

Em Março deste ano, num encontro realizado na cidade espanhola de Valência um grande número de especialistas em educação, defendeu que o aumento da violência e da indisciplina nas escolas resulta, sobretudo, de uma crise de autoridade familiar. Os pais não estabelecem regras e limites em casa e transferem essa responsabilidade para os professores.

Nessa reunião, o filósofo Fernando Savater, autor do livro “Ética para um Jovem”, notou que a generalidade dos pais das sociedades actuais condicionados pelo pouco tempo que habitualmente passam com os filhos, preferem que esse convivio “seja alegre” e sem conflitos, preferindo transferir a responsabilidade do exercício da autoridade para as escolas e para os professores. Só que, quando os professores tentam desempenhar esse papel “são os próprios pais e mães que não exerceram essa autoridade sobre os filhos que tentam exercê-la sobre os professores, confrontando-os”, nota Savater. Alerta para a situação de professores “psicologicamente esgotados” que se transformam “em autênticas vítimas nas mãos dos alunos”. E salienta: “A boa educação é cara, mas a má educação é muito mais cara”, diz não se referindo apenas ao aspecto económico do problema mas a todas as consequências que podem resultar da indisciplina. Savater recomenda aos pais a necessidade de transmitirem aos seus filhos a ideia de que receber uma educação é “uma oportunidade e um privilégio”.

O fenómeno da indisciplina nas escolas também não é de agora. O psiquiatra e psicanalista João dos Santos, uma referência na área da saúde mental e da educação, conta no seu livro “Ensaios sobre Educação” publicado em 1991: “Quando o meu
filho mais novo andava no 6º ano, recebi uma vez um postal do senhor director do ciclo, a dizer: ‘o seu filho foi expulso da aula de trabalhos manuais por estar a brincar’”, relata. “Vai daí, eu disse: ‘desculpe, senhor director, sempre julguei que as aulas de trabalhos manuais eram para brincar... mas se houve uma questão mais séria, se ele faltou ao respeito a alguém, isso não é coisa que se mande dizer num bilhete postal”, escreve João dos Santos, prosseguindo: “devia, quando muito, vir numa carta confidencial... Se o assunto é assim tão sério, deviam conversar comigo, para me explicar como e porquê eu lhe devo dar a carga de tareia que o tom seco do postal sugere.” E o psicanalista confidencia: “Tive ainda vontade de dizer mas calei-me a tempo de não ofender: ‘Eu, quando o meu filho me faltar ao respeito, chego-lhe...e os senhores? Ficam-se?’. Ficou assim esclarecido que João dos Santos se recusava a castigar o filho “por conta ou por razões de outrem”. No seu entender, “o director tinha autoridade mas não sabia aplicá-la senão através do burocratismo que o impedia de funcionar em termos de relações humanas. Era o porta voz da escola, que exigia aos pais que disciplinassem a escola...”, escreve o médico psicanalista, numa mensagem dirigida a pais e professores.

Texto completo em Público online

domingo, 2 de janeiro de 2011

III Workshop Princípios Chave em Intervenção Precoce

III Workshop: Princípios-Chave em Intervenção Precoce (IP)
28.01.2011

Este Workshop conduzirá a um processo de reflexão entre todos os participantes acerca das práticas desenvolvidas no âmbito da IP, tendo por base os princípios, considerados chave, no apoio ás famílias.

Destina-se a:
Profissionais de IP: Educadores, Psicólogos, Téc. Serviço Social, Enfermeiros, Médicos, Familiares de Crianças em IP, Professores, etc.