quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Cadeira de Rodas inovadora - Carrier!


O CARRIER é uma cadeira de rodas avançada para deficiêntes motores e outros utilizadores de cadeiras de rodas. É um produto que devido às suas múltiplas características, se torna mais útil do que uma cadeira de rodas convencional, dando ao seu utilizador a possibilidade passar o dia sem estar dependente da cadeira de rodas.

Um grande problema para pessoas com deficiência é a casa-de-banho, este é o porquê do CARRIER poder chegar diretamente sobre os sanitários padrão e abrir o assento, possibilitando assim, que o seu utilizador utilize a casa-de-banho sem ter que sair da cadeira-de-rodas. Para subir escadas, o CARRIER utiliza a especial 'Galileo Wheel' que combina as vantagens do handling de uma cadeira de rodas comum com a função de subir de uma track drive. A última função do CARRIER inside sobre a posição de “upstanding mode” que visa permitir uma maior liberdade, dando ao utilizador a possibilidade de poder chegar a objectos altos (de outro modo inacessíveis), ou poder falar com outras pessoas na posição vertical (olhos nos olhos). Além disso, o encosto pode ser dobrado e a sua altura também é ajustável para facilitar a troca de assento.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Escola deve ter menos chumbos e garantir aprendizagem de qualidade


A presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE) defendeu hoje uma nova forma de organização da escola pública, que em vez de chumbar os alunos com dificuldades se preocupe mais com uma aprendizagem de qualidade.
"Este sistema de percursos educativos que temos não serve nem o desenvolvimento do país nem os alunos. Se olharmos para o que se faz noutros países, as crianças têm mais apoios desde que começam a apresentar dificuldades", frisou Ana Maria Bettencourt. A responsável do CNE participava na conferência de abertura da cerimónia comemorativa do 30º aniversário do Instituto Politécnico de Setúbal, perante duas centenas de pessoas, sobre "Democratização da educação e pedagogia: questões e desafios".
"Temos um sistema de ensino público que se democratizou muito, que garantiu o acesso das pessoas, a construção de escolas magníficas e bons professores, mas temos uma organização muito diferente da que existe noutros países da Europa e em alguns da OCDE [Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económicos], como o Canadá e a Austrália", começou por dizer. "Ao contrário do que acontece nesses países, onde a retenção de alunos é residual, em Portugal temos alunos de 14 anos desde o 1º até ao 9º anos de escolaridade, com duplas e triplas retenções, alguns dos quais vão ficando pelo caminho", comparou.
A responsável do CNE começou por fazer um balanço positivo do trabalho desenvolvido no sentido da democratização do ensino após o 25 de Abril de 1974, mas defendeu que há novos desafios, que passam fundamentalmente pela qualidade da aprendizagem na escola. Para a presidente do Conselho Nacional de Educação, se é certo que os alunos têm de trabalhar mais nas salas de aula, também a escola pública terá que lhes proporcionar mais apoios para ultrapassarem eventuais dificuldades.
Ana Maria Bettencourt lembrou que no ensino privado em Portugal há menos retenções do que no público, justamente porque os alunos têm mais apoios. No ensino público, "há alunos que arrastam dificuldades a Matemática de ano para ano, vão chumbando sempre", exemplificou, argumentando: "Diz-se que isto é exigência. Mas não é. Exigência é fazer com que eles aprendam desde o princípio."
Ana Maria Bettencourt defendeu, por isso, uma maior responsabilização da escola pública, que, disse, "não pode estar à espera da ajuda das famílias, até porque muitas não podem ajudar os filhos, porque não andaram na escola ou porque não têm dinheiro para pagar explicações".
"Temos de conhecer bem as dificuldades do aluno e ter apoios mais individualizados para as ultrapassar", reforçou Ana Maria Bettencourt, reafirmando a ideia de que "a escola pública terá de se bastar a si própria".


Comentário:

A presidente do CNE faz um balanço bastante realista da situação da educação em Portugal. Sou de opinião que a escola tem de se reorganizar para poder, de facto, dar resposta a todos os alunos, de forma a poderem ultrapassar as dificuldades em tempo útil, a progredirem de acordo com o seu próprio ritmo de aprendizagem.
Há exemplos, noutros países, que, aparentemente, parecem constituir boas práticas nesse sentido. Penso que, se a política educativa privilegiasse o "aluno", sem olhar ao princípio economicista, aí sim, poderíamos criar melhores condições, oferecer respostas mais eficazes, ir ao encontro das necessidades dos alunos.
Haja esperança...

Aprender a Ler e Avaliar a Leitura - O TIL: Teste de Idade de Leitura


Na procura constante de instrumentos de auxílio a aplicar aos alunos, no âmbito dos processos de referenciação e consequente avaliação, deparei-me com este livro. Adquiri-o. Penso que pode constituir um instrumento útil no processo de avaliação da leitura.

Na página da editora, refere o seguinte:

Este livro centra-se sobre a aprendizagem da leitura e sobre as dificuldades que podem surgir nesse processo. Organiza-se em três partes. Na primeira procede--se à revisão da investigação científica sobre a aprendizagem da leitura, apresentando as diversas propostas que sobre ela foram surgindo, incluindo a perspectiva da leitura global até à perspectiva interactiva mais recente. Na segunda parte revêem-se os modelos explicativos da dislexia de desenvolvimento, enquadrando os défices revelados pelas crianças disléxicas no processo de aprendizagem da leitura e da escrita. Finalmente, apresenta-se o TIL, o Teste de Idade de Leitura, um contributo prático na triagem de crianças com dificuldades de aprendizagem da leitura.
Índice

1.Leitura e escrita: modelos de leitura hábil e modelos desenvolvimentais

2.Dislexia

3.Contributo para Diagnóstico das Dificuldades de leitura em Português Europeu: O TIL – Teste de Idade de Leitura

“Livros infantis em desenho universal – educação inclusiva”

No próximo Sábado, dia 10 de Outubro de 2009, pelas 15:00h, irá decorrer a sessão “Livros infantis em desenho universal – educação inclusiva”, no auditório do stand do Plano Tecnológico da Educação.
Neste stand decorrerá, também, uma amostra permanente para a divulgação dos projectos:
Recursos tecnológicos para a Educação Especial” e ”Livros infantis em desenho universal”.
Este stand faz parte da amostra Portugal Tecnológico, que decorrerá na FIL – Parque das Nações, de 7 a 10 de Outubro de 2009, das 11h às 21h, pavilhão 1.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Há 40 mil crianças Asperger em Portugal mas muitas abandonam escola na adolescência



Quarenta mil crianças e jovens portugueses têm síndrome de Asperger, uma perturbação do desenvolvimento que causa problemas de adaptação social e escolar que na adolescência podem levar ao abandono escolar.
Dar apoio a estes jovens é uma das prioridades da Associação Portuguesa de Síndrome de Asperger que hoje deu o primeiro passo para a construção do projecto “Casa Grande”, uma residência de formação e reinserção para portadores daquela síndrome. A partir dos 16 anos, explicou a presidente da associação, Piedade Líbano Monteiro, muitos destes jovens abandonam a escola, surgindo então os primeiros problemas na inserção na vida activa. As dificuldades de inserção profissional levam estes jovens à frequência de cursos de formação profissional, na expectativa de um emprego estável, mas sem êxito.

A “Casa Grande” é um projecto sonhado pela Associação Portuguesa de Síndrome de Asperger que pretende dar resposta a estas dificuldades e deverá abrir em 2012, com o apoio da Câmara de Lisboa. O sonho, explicou Piedade Líbano Monteiro, começou a realizar-se com a assinatura de um primeiro protocolo em Janeiro que a obrigava a conseguir 350 mil euros até Maio.

“Casa Grande” é o nome da residência de dois pisos que a APSA vai construir numa edificação em ruínas na Quinta da Granja de Baixo, em Benfica (Lisboa), destinada à formação profissional e reinserção social de 53 jovens com mais de 16 anos e portadores da síndrome de Asperger na Área Metropolitana de Lisboa.

A síndrome de Asperger é uma perturbação do desenvolvimento (espectro do autismo) que se manifesta por alterações na interacção social, na comunicação e no comportamento, mais comum nos rapazes do que nas raparigas. Os “aspies” podem ser excelentes na memorização de factos e números, mas têm normalmente dificuldade ao nível do pensamento abstracto.

Funcionamento cerebral diferente

Ao contrário dos autistas “clássicos”, que normalmente estão ausentes e desinteressados do mundo que os rodeia, muitos “aspies” querem ser sociáveis e gostam do contacto humano, mas têm dificuldades em fazê-lo. Com um funcionamento cerebral diferente, têm um gosto marcado por rotinas e um interesse obsessivo por determinados temas.

A “Casa Grande”, explicou Piedade Líbano Monteiro, vai por isso ajudar as empresas que venham a receber estes jovens, mostrando-lhes que podem ser os melhores profissionais da empresa desde que entendam a forma como funcionam. “Se prepararmos as empresas, mostrando que estes jovens e adultos são extremamente perfeccionistas nas áreas que dominam, apesar de socialmente não serem muito comunicativos, todos ficarão a ganhar”, disse.

Garantir a estes jovens maior autonomia com vista a assegurarem um projecto de vida próprio é o objectivo da casa - que também acolherá a sede da associação - e que “não será um local de permanência definitiva, mas um local de passagem no máximo por quatro anos e aberto à comunidade”. Cafetaria, esplanada, espaço de estudo, reprografia, espaço multimédia, lavandaria, engomadoria e arranjos de costura, oficina de recuperação e de encadernação de livros, galeria de arte, salas para artes plásticas contam-se entre as valências que a Casa Grande irá dispor para ensinar e dar formação profissional. Salas para formação musical, informática, estufa, horta e pomar biológico são outras das muitas valências projectadas para a casa.


Manuais escolares acessíveis a alunos com necessidades educativas especiais

A DGIDC, através do seu Centro de Recursos para a Educação Especial, assegura, anualmente, a adaptação e distribuição de manuais escolares dos ensinos básico e secundário, em formatos acessíveis.
Os manuais escolares podem ser requisitados online em:
http://sitio.dgidc.min-edu.pt/PressReleases/Paginas/Requisicaoonlinedemanuais.aspx
O acesso é feito através do número de utilizador e palavra-chave da escola, atribuídos pelo GEPE. Neste endereço está igualmente disponível o Catálogo de Manuais Escolares.
De forma a garantir uma resposta adequada às necessidades dos alunos que necessitam destes manuais, os Centros de Recursos TIC para a Educação Especial vão passar a assegurar um acompanhamento de proximidade em estreita coordenação com os professores de educação especial.

Intervenção Precoce na Infância


Foi publicado o Decreto-Lei n.º 281/2009, de 6 de Outubro, que tem por objecto, na sequência dos princípios vertidos na Convenção das Nações Unidas dos Direitos da Criança e no âmbito do Plano de Acção para a Integração das Pessoas com Deficiência ou Incapacidade 2006 -2009, a criação de um Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância (SNIPI).
O SNIPI abrange as crianças entre os 0 e os 6 anos, com alterações nas funções ou estruturas do corpo que limitam a participação nas actividades típicas para a respectiva idade e contexto social ou com risco grave de atraso de desenvolvimento, bem como as suas famílias.

Considera-se:
a) «Intervenção precoce na infância (IPI)» o conjunto de medidas de apoio integrado centrado na criança e na família, incluindo acções de natureza preventiva e reabilitativa, designadamente no âmbito da educação, da saúde e da acção social;
b) «Risco de alterações ou alterações nas funções e estruturas do corpo» qualquer risco de alteração, ou alteração, que limite o normal desenvolvimento da criança e a sua participação, tendo em conta os referenciais de desenvolvimento próprios, consoante a idade e o contexto social;
c) «Risco grave de atraso de desenvolvimento» a verificação de condições biológicas, psicoafectivas ou ambientais, que implicam uma alta probabilidade de atraso relevante no desenvolvimento da criança.

Neste âmbito, compete ao Ministério da Educação:
i) Organizar uma rede de agrupamentos de escolas de referência para IPI, que integre docentes dessa área de intervenção, pertencentes aos quadros ou contratados pelo Ministério da Educação;
ii) Assegurar, através da rede de agrupamentos de escolas referência, a articulação com os serviços de saúde e de segurança social;
iii) Assegurar as medidas educativas previstas no PIIP através dos docentes da rede de agrupamentos de escolas de referência que, nestes casos, integram as equipas locais do SNIPI;
iv) Assegurar através dos docentes da rede de agrupamentos de escola de referência, a transição das medidas previstas no PIIP para o Programa Educativo Individual (PEI), de acordo com o determinado no artigo 8.º do Decreto -Lei n.º 3/2008, de 7 de Janeiro, alterado pela Lei n.º 21/2008, de 12 de Maio, sempre que a criança frequente a educação pré -escolar;
v) Designar profissionais para as equipas de coordenação regional.

“Pais em Rede” quer dar voz aos pais com filhos especiais

Define-se como um movimento cívico de âmbito nacional que quer ser a voz dos pais. Querem mudar mentalidades numa sociedade que ainda não percebe que pais com filhos com necessidades especiais precisam de mais apoio. Um dos tópicos salientados por Luísa Beltrão é o facto de não pretenderem ser um prestador de serviços, mas antes um parceiro. "A novidade deste movimento é não ser prestador de serviços, não se vai angariar dinheiro para fraldas nem fazer centros de reabilitação. Queremos que os pais tenham voz activa", reiterou.
Este é um movimento honesto e transparente que pretende obter algum poder para provocar mudanças na sociedade. "Um poder orientado no sentido de poder fazer alguma coisa. Queremos que as famílias tenham poder", disse a presidente do movimento.
É preciso reivindicar o apoio inicial fundamental para os pais, que actualmente não existe; ter intervenção precoce; melhorar o acesso aos cuidados de saúde, apoios e educação inclusiva ou especial; reivindicar formação e integração profissional, além de procurar soluções de futuro, pensar no que fazer às crianças e adultos com limitações quando os pais envelhecem e não têm condições para tomar conta deles.
O movimento quer assim constituir-se como Instituição Particular de Solidariedade Social e depois como Organização não Governamental, para prosseguir os objectivos de promover a plena integração e qualidade de vida para as pessoas com necessidades especiais e para as suas famílias. "Temos das melhores legislações da Europa, mas a realidade é uma tragédia. Não temos apoios reais nem os pais se fazem ouvir. É preciso juntar os pais", reforçou Luísa Beltrão.
No final da sessão houve espaço para dúvidas e diálogo entre o público presente, um pouco à semelhança do que é o objectivo deste movimento cívico.

sábado, 3 de outubro de 2009

Ministério da Educação contraria DREN


Ministério da Educação esclarece que os professores podem apresentar uma declaração assinada por si em vez de um atestado médico a comprovar a sua robustez física, contrariando instruções enviadas pela Direcção Regional de Educação do Norte às escolas.
"Bastará a declaração assinada pelo próprio", disse à Lusa fonte do Ministério.
A Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) enviou para as escolas um e-mail em que obriga os professores a entregarem um atestado médico de robustez física que foi extinto por decreto-lei do Simplex.
No e-mail enviado aos directores das escolas, e a cuja cópia a Lusa teve acesso, a DREN alega que o Estatuto da Carreira Docente (ECD - Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro) "é considerado legislação especial", pelo que se mantém a "exigência de apresentação do atestado de robustez física emitido pelo médico".
Professores contactados pela Lusa afirmaram que há médicos de família que se recusam a passar o atestado de robustez física, alegando que já entrou em vigor o Decreto-lei n.º 242/2009, de 16 de Setembro, que dispensa a obrigatoriedade desse documento e o substitui por declaração do próprio trabalhador.
A DREN argumenta que, segundo o ECD, "constitui requisito físico necessário ao exercício da função docente a ausência, comprovada por adequado atestado médico, de quaisquer lesões ou enfermidades que impossibilitem o exercício da docência ou sejam susceptíveis de ser agravadas pelo desempenho de funções docentes".
Na interpretação da DREN, aplica-se ao pessoal docente o ponto do novo decreto-lei que estabelece que "a imposição de exame médico para avaliação do estado de saúde do candidato ou do trabalhador depende de legislação especial".
No ponto anterior, o decreto-lei determina que "a robustez física e o perfil psíquico exigidos para o exercício de funções profissionais, públicas ou privadas, são comprovados por declaração do próprio candidato.
Segundo o diploma, o actual sistema de emissão de diferentes tipos de atestados médicos, requeridos pela legislação em vigor para o exercício de funções públicas ou privadas, revela "algumas exigências injustificadas que importa eliminar ou simplificar".
"A simplificação que o presente decreto-lei pretende introduzir não pode, no entanto, prejudicar o cumprimento da legislação sobre segurança e saúde no trabalho, em particular das disposições que impõem determinados requisitos específicos em termos de condições físicas ou psíquicas dos trabalhadores, para início ou manutenção do vínculo laboral", lê-se no diploma.
O decreto-lei resulta do Programa de Simplificação Administrativa e Legislativa - SIMPLEX 2009, nomeadamente da medida "Atestados médicos mais simples".
A medida foi aplaudida pelo Sindicato Independente dos Médicos (SIM), que considera os atestados médicos "um trabalho administrativo extremamente penoso para os médicos de família e centros de saúde, retirando espaço àquilo que é o trabalho efectivo dos médicos".

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Hiperactividade: deficiência?

A propósito de uma questão colocada, associando a hiperactividade a deficiência, e dadas as dúvidas que senti, procurei alguma informação. Nesta busca, encontrei o texto seguinte que, de alguma forma, responde à questão inicial. Trata-se da resposta a uma questão levantada por uma mãe relacionada com os auxílios da segurança social para apoio psicológico do filho.

Exma. Senhora, uma vez que diz que o seu filho foi diagnosticado como sofrendo do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), numa consulta de desenvolvimento do hospital da sua zona, penso que as pessoas mais indicadas para a ajudarem a preencher esse documento, são exactamente as que concluíram o diagnóstico e que terão chegado a esse diagnóstico através de testes específicos, inclusive testes neurológicos. Se assim foi, terão que lhe fornecer todos os dados necessários para o preenchimento desse documento.

Espero que a avaliação feita para se chegar a esse diagnóstico, tenha sido ampla, pois o TDAH é considerado um distúrbio bio-psicossocial, daí a necessidade de uma avaliação não só médica como psicológica e de ambiente social, até para se perceber em que subtipo de TDAH se encaixa a pessoa, uma vez que se podem verificar 4 subtipos:

1. TDAH - tipo desatento

2. TDAH - tipo hiperactivo/impulsivo

3. TDAH - tipo combinado - é caracterizado pela pessoa que apresenta os dois conjuntos de critérios dos tipos desatento e hiperactivo/impulsivo.

4. TDAH - tipo não específico - a pessoa apresenta algumas características mas número insuficiente de sintomas para chegar a um diagnóstico completo. Esses sintomas, no entanto, desequilibram a vida diária.

Conforme o subtipo, o tratamento médico e psicológico poderá variar e a classificação de deficiência também, pois se não houver "lesões" ao nível do funcionamento neurológico, poderá não ser considerada uma deficiência.

Sugiro que se informe o melhor possível sobre o TDAH e não descure uma avaliação psicológica caso não tenha sido feita.

Cristina Silva