segunda-feira, 21 de março de 2011

Lidar com sobredotados

As escolas do concelho de Vila Nova de Gaia vão ser as primeiras do País a ter actividades específicas para crianças sobredotadas. O objectivo é dar formação aos professores para lidarem com estas crianças, com capacidades acima da média, e melhorarem a sua integração escolar. A iniciativa partiu da Associação Portuguesa de Crianças Sobredotadas (APCS) e visa estender-se a todo o País. Hoje é assinado o protocolo com a Câmara de Gaia. 

Nestes programas, os pais também são acompanhados. "O programa, que já existe na associação há 15 anos, pode ser feito numa das escolas do agrupamento que tenha sala e laboratório. Só precisa de dinheiro para comprar os materiais para as actividades com as crianças, tais como pinturas, produtos para arte e ciência", explicou Helena Serra, membro da direcção da APCS.
O facto de ainda ser difícil para os professores identificar e lidar com sobredotados fez com que a associação tomasse a iniciativa de bater à porta das escolas. "Estas crianças mostram desinteresse pela escola, têm problemas de concentração e nas relações interpessoais e baixa resistência à frustração. Os professores não são ensinados para isto. Em vez de estimulados e aceites, estes alunos disfarçam a sua inteligência para evitar maus-tratos dos colegas. Andamos a desperdiçar matéria-prima", disse Gil Carvalho, presidente da Associação Portuguesa de Crianças Sobredotadas.
ASSOCIAÇÃO CRIA SÁBADOS DIFERENTES
O programa da Associação Portuguesa de Crianças Sobredotadas existe há 15 anos e tem o nome de Sábados Diferentes. Além de desenvolver nas crianças e jovens com capacidades superiores o seu potencial, presta apoio e dá formação a pais e professores. As sessões realizam-se uma manhã por semana nas instalações da Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti. A escola recebeu o congresso internacional ‘Sobredotação, que respostas?’.
Há oito tipos de inteligência que estas crianças podem ter: linguística, lógico-matemática, ciências, psicomotora (por exemplo, os artistas), espacial (como os escultores e pintores), musical, intrapessoal e interpessoal.

domingo, 20 de março de 2011

A Deficiência nos Censos

Estão a decorrer os Censos.
Convém recordar os resultados apurados no recenseamento de 2001 para avaliar o que se fez nesta década para facilitar a vida às pessoas com deficiência.
 “Em 2001, o recenseamento da população apurou 636.059 pessoas com deficiência, representando 6,1% da população residente em Portugal, com mais incidência na população masculina que feminina.
Em cerca de “14% das famílias clássicas existia pelo menos um membro com deficiência”.
Dos 636.059 cidadãos com deficiência, 25,7 % eram portadores de deficiência visual; 24,6% motora; 13,2% auditiva; 11,2% de deficiência mental; 2,4% de paralisia cerebral e 23% de outras deficiências.
Quanto ao grau de incapacidade, os Censos de 2001registaram 28% das pessoas com deficiência com grau de incapacidade superior a 60%. Eram 178.096 os cidadãos com grande incapacidade, indicador da dependência dos cuidados de outras pessoas.
Os Censos de 2001 registaram ainda que mais de metade da população com deficiência não possuía qualquer grau de incapacidade atribuído, 53,6% nessa situação.
O número de cidadãos portadores de deficiência crescia com a idade, particularmente quando se tratava das deficiências auditiva, visual e motora, o que é natural.
A “deficiência mental e a paralisia cerebral registavam incidência superior em idades mais jovens. Este registo estará “provavelmente relacionado com a própria natureza dos tipos de deficiência observados e com uma menor esperança média de vida dos indivíduos portadores destas deficiências”.
“Em 2001, cerca de 37% da população com deficiência ou não sabia ler nem escrever ou, sabendo, não possuía qualquer grau de ensino”. População predominantemente analfabeta, que, na melhor das hipóteses, se ficava pelo “1º ciclo do ensino básico”.
 “A população com paralisia cerebral registava a maior percentagem sem nível de ensino, seguida da população com deficiência mental.”
Em 2001, das pessoas com deficiência com 15 ou mais anos de idade, 72% não tinham actividade económica, “economicamente inactivos”, população na situação de “reformada, aposentada ou na reserva (42%); ou na situação de incapacidade permanentemente para o trabalho, (18%) ”.
Da população activa com deficiência a “exercer de forma remunerada”, a maior parte dos indivíduos trabalhava entre 40 a 45 horas semanais, sendo que muitos trabalhavam mais de 45 horas por semana”. Horário de trabalho exagerado e com mais significado quando se trata de pessoas com deficiência.
“Os rendimentos de “pensão ou reforma” constituíam o principal meio de vida para cerca de 55,2% de pessoas com deficiência”.
“As taxas de desemprego da população com deficiência mental e paralisia cerebral eram elevadas, população predominantemente constituída por incapacitados permanentes para o trabalho”, para quem os “rendimentos do trabalho eram pouco relevantes”.
Era nestes dois grupos populacionais que mais se evidenciava estarem “a cargo das famílias”.
Nas “idades entre os 25-64 anos evidenciou-se a importância das famílias institucionais, especialmente entre os indivíduos com deficiência mental e com paralisia cerebral”.
O grau de incapacidade atribuído e a classificação por tipo de deficiência são conceitos frios que não informam das vidas. A observação e a vivência com os portadores dão outro conhecimento e despertam outro modo de ver e de sentir. Muitas das pessoas com deficiência são multideficientes, portadores de diversas incapacidades, pessoas marcadas por múltiplas dificuldades e por dramas silenciosos.
A radiografia da sociedade vista pelos Censos merece uma reflexão. Os caudais de dinheiro para dar formação profissional a esta população são consideráveis. Os números dos Censos de 2001 suscitam muitas dúvidas sobre a utilidade de tão abundantes investimentos. Torna-se indispensável repensar outras aplicações mais adequadas e mais adaptadas às pessoas com deficiência, a quem se pretende dar vida digna. Vamos continuar a ver mendicidade, exibindo deficiências para suprir pensões de miséria?
Os Censos de 2011 devem merecer uma atenção especial. A generalização da pobreza, o desemprego, o trabalho precário, e ainda as alterações no conceito de família devem ter fortes implicações na vida das pessoas com deficiência.
Os Censos de 2011 darão resposta a estas apreensões?

Manuel Miranda
miranda.manel@gmail.com

sexta-feira, 18 de março de 2011

Centro ABA promove Workshop de Integração Sensorial

Esta acção de formação terá como objectivo dar a conhecer sumariamente, o processo de Integração Sensorial que ocorre em todos os seres humanos e fornecer os sinais de alerta para tornar possível a sinalização de problemas neste processo nas crianças. Irá fornecer um conjunto de estratégias para aplicar com as crianças que apresentem sinais desses problemas no contexto de sala de aula, possíveis de serem utilizados por educadores e professores. 

Data: 26 de Março
Local: Centro ABA, Av. de Sintra Lote 2, 2750-494 Cascais 
Preço: 20€ 
Formadora: Susana Reis, Terapeuta Ocupacional 
Pós-graduada em Integração Sensorial 

Programa:
9h30 - Recepção dos participantes 
10h - O que é a Integração Sensorial 
10h30 - Como identificar problemas de Integração Sensorial 
11h15 - Coffee Break 
11h30 - Estratégias para lidar com crianças com estes problemas na sala de aula 
13h - Terminação da Apresentação 

Contactos:
ABA Centro de Terapias Comportamentais
Av. de Sintra, Lote 2 
2750-494 Cascais
Tel. +351 214 839 313
Fax +351 214 839 315
geral@centroaba.com
www.centroaba.com

quinta-feira, 17 de março de 2011

Associação de Surdos do Porto promove o “Curso de Empreendorismo”

A Associação de Surdos do Porto irá promover o “Curso de Empreendorismo”. A formação é de carácter contínuo (25 horas), decorrerá aos Sábados, em horário pós-laboral e terá início no dia 28 de Março de 2011.

Destina-se a: Pessoas surdas.

Informações e Inscrições: 
Departamento de Formação ASPORTO 
Dra. Catarina Felício ou Armando Baltazar 
Email: asurdosporto@asurdosporto.org.pt

O curso é gratuito (eventual subsídio de refeição).

quarta-feira, 16 de março de 2011

Desenvolvimento no período escolar

Porque 'a criança não é um adulto em miniatura', é fundamental conhecer as diferentes etapas que caracterizam o seu desenvolvimento, de forma a satisfazer o melhor possível as suas necessidades.

Ao longo deste artigo centrar-me-ei no período compreendido entre os 6 e os 11 anos aproximadamente, habitualmente designado como período escolar pelo facto de a escola constituir uma experiência central nesta fase de vida.

Ao longo deste período, a criança sofre importantes transformações em termos físicos, cognitivos e psicossociais. Apesar de a família continuar a ter um grande impacto na sua personalidade, o grupo de pares torna-se mais influente que anteriormente.

Em termos físicos, apesar de o crescimento ter abrandado, verifica-se um desenvolvimento significativo da força, da energia, da resistência e da eficiência motora, necessárias para participar em jogos organizados e em desportos. A maioria das crianças, apesar das doenças respiratórias ainda serem comuns, apresenta uma saúde, em geral, melhor que em qualquer outra fase da vida.

Em termos cognitivos, a criança entra no estádio que Piaget designou das operações concretas. Torna-se menos egocêntrica e é capaz de pensar com lógica, tendo em consideração múltiplos aspetos de uma situação e não apenas um único. O facto de compreender melhor o ponto de vista dos outros ajuda-a a comunicar de forma mais eficaz. Note-se, no entanto, que a criança está ainda limitada ao pensamento sobre situações reais muito concretas, uma vez que o raciocínio abstrato só se desenvolverá na adolescência. Nesta fase, a abordagem 'mãos à obra' é altamente recomendada, uma vez que a atividade é fundamental para que exista aprendizagem.

O desenvolvimento pessoal e emocional das crianças no período escolar caracteriza-se pela viragem para o exterior. As arenas de desenvolvimento deixam de ser só o lar e passam a ser a sala de aula, a vizinhança e o grupo. Estes contextos tornam-se nos principais agentes de socialização.

A memória e a linguagem desenvolvem-se também bastante neste período. A criança consegue concentrar-se mais tempo e excluir informação irrelevante. Como já compreende e interpreta a comunicação oral e escrita, é agora capaz de se fazer compreender melhor.

A adaptação da criança à escola e a sua capacidade para se aplicar depende não só das suas capacidades cognitivas, mas também do seu temperamento, das suas atitudes e das suas emoções. Os pais têm também um papel importante no percurso escolar dos filhos. Sempre que lhes comunicam que a aprendizagem é valiosa, que a mestria traz satisfação e que o esforço é mais importante que a capacidade, estão a contribuir para que eles se tornem mais motivados para a realização. Não é necessário que os pais se comportem como professores dos filhos para que estes tenham uma boa realização escolar. Se mostrarem interesse pelo que se passa na escola, falando do que lá se passa, se estabelecerem horas para as refeições, horas de deitar e de estudar, se providenciarem um espaço onde a criança possa estudar e guardar os seus materiais, já estarão a ter um papel muito importante para potenciar o sucesso escolar.

Por tudo o que aqui foi referido, é possível concluir que esta fase é marcada por progressos importantes em várias áreas. Por esta razão é importante um trabalho conjunto de pais e professores, no sentido de aproveitar ao máximo todas as potencialidades da criança.
Adriana Campos

VÍDEOS RELACIONADOS COM ESTE TEMA

Curso “Monstros e Companhia : Perturbações de Ansiedade na Infância e Adolescência”

“Globalmente, a ansiedade representa a categoria mais comum de perturbações psiquiátricas na infância e adolescência, constituindo um dos principais motivos de consulta nestas faixas etárias. Por outro lado, a investigação revela que o seu impacto negativo se faz sentir em várias áreas tais como o desempenho académico, a vida familiar e o funcionamento social de crianças e jovens, ao mesmo tempo que, iniciando-se cedo na vida, prevalece até à vida adulta.
A presente formação tem em vista o treino e o desenvolvimento de competências de conceptualização cognitivo-comportamental da ansiedade em crianças e adolescentes procurando, desta forma, abordar os aspectos associados ao diagnóstico clínico, avaliação psicológica, bem como, intervenção cognitivo-comportamental nas perturbações de ansiedade na infância e juventude.”
Local: Coimbra
Data: Início 19 Março 2011

Psikontacto – Núcleo de Formação e Intervenção Terapêutica
Rua Emídio Navarro, 81, 3.ºA
3000-151 Coimbra

tel: 239 829 387 / 936 538 901

terça-feira, 15 de março de 2011

Medidas de Promoção do Sucesso Educativo

Convidamos a assistir às próximas sessões Webinar a ter lugar dias 16 e 30 de Março, pelas 16:30 horas, sobre Medidas de Promoção do Sucesso Educativo em http://webinar.dgidc.min-edu.pt/page/1/

Cada sessão terá cerca de 30 minutos de duração e poderá colocar questões ao orador, através do endereçode correio electrónico webinar@dgidc.min-edu.pt , que serão respondidas por este no final da sessão.

In: DGIDC

Gerir a diferença

A escola tende a ser um espaço de massas anónimas, espaços e tempos formatados, uniformização e médias. Número excessivo de alunos é uma tentação para adormecer no branco e não convida ao arco-íris.
Há muitos anos, a Filipa (nunca mais esqueci o nome dela), depois de concluir uma ficha de avaliação, surpreendeu-me com este desabafo: Professora, fiquei desapontada com o teste. Explicou-me que sabia resolver problemas e expressões numéricas muito mais complicados, tinha estudado imenso e o teste era... muito fácil!

Esta menina de 11 anos motivou a mudança na minha forma de olhar as turmas e o ensino da Matemática no 5.º e 6.º anos. Muito jovem, professora a lecionar em escola complicada de periferia, acreditava que era preciso zelar quase apenas pelos (imensos) desfavorecidos, porque os filhos de um Deus maior acabariam sempre por encontrar o seu caminho. Falso. Todos têm o direito a ver os seus limites desafiados, mesmo que nem sempre seja fácil encontrar o equilíbrio.

Depois deste episódio, constituiu-se na turma um grupo autónomo (e crescente) de alunos que trabalhavam a um ritmo diferente. Podiam avançar nos conteúdos, escolher os exercícios, fazer muitos mais do que aqueles que eu conseguia com os restantes alunos mais necessitados de explicações, de reforço e da minha presença. Os testes para esse grupo incluíam perguntas de desenvolvimento desafiadoras. Não era uma questão de “ser melhor”, era uma questão de “ser responsável”, mais exigente consigo mesmo e merecer o prémio de maior autonomia.

Quando um aluno, de aproveitamento médio, se deslocava para aquela zona, normalmente fazia progressos mais rápidos do que se permanecesse na zona das explicações imensas vezes repetidas de aula para aula.

Hoje continuo a gerir a diferença da mesma forma, ajustando a gestão às características da turma. Se é fácil? Não é. Não há apenas rosas no caminho e estes tempos não são simples. Mas é bem mais cinzento, ineficaz e triste chamar apenas à turma turma, aos alunos alunos, à aula aula... Se me "libertar" dos que menos precisam de mim e  confiar neles (sem os abandonar e desafiando-os), abro caminho para mais tempo de qualidade com quem (ainda) necessita.  Permito a todos chegarem tão longe quanto possível, no tempo disponível e nos contextos em que vivemos.

Voltarei a esta questão com alguns exemplos, histórias e caminhos de "como fazer" essa gestão da diferença...

Teresa Martinho Marques
EB 2,3 de Azeitão e CCTIC – ESE/IPS: http://projectos.ese.ips.pt/cctic/

segunda-feira, 14 de março de 2011

Sociedades Científicas criam Conselho Português para o Cérebro

Criar condições para apoiar doentes e cuidadores e desenvolver acções de esclarecimento dos cidadãos e dos órgãos de decisão sobre a importância do estudo do cérebro é o grande objectivo do Conselho Português para o Cérebro, que vai ser lançado depois de amanhã, na Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra (UC), pelas 17h30. A iniciativa surge no âmbito da Semana Internacional do Cérebro, promovida pela Sociedade Portuguesa de Neurociências (SPN), em parceria com o Programa Ciência Viva.
Considerando que as “despesas directas globais com assistência na União Europeia ultrapassam os 900 mil milhões de euros por ano – dos quais apenas 15 por cento são direccionados para as doenças do sistema nervoso, ficando muito aquém das necessidades reais destas doenças, e que os encargos totais com as doenças da área da neurologia e de psiquiatria atingem mais de 380 biliões de euros/ano –, é imperioso que a sociedade, os profissionais de saúde e os decisores políticos assumam a responsabilidade de apoiar a investigação do cérebro e das patologias que o envolvem”, defendem dois dos mentores do conselho, o representante da Sociedade Portuguesa de Neurologia António Freire, e o presidente da SPN e docente da UC, João Malva.

A estrutura recém-criada terá a colaboração de associações de doentes e familiares de doentes cerebrais. Após o lançamento do Conselho, e também no âmbito da Semana Internacional do Cérebro, o Centro de Neurociências e Biologia Celular, a Faculdade de Medicina e a Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra promovem uma sessão de apresentação do restauro e digitalização da obra “De Humani Corporis Fabrica” de Andreas Vesalius (1543).

Uma edição rara e preciosa

A primeira edição, muito rara e preciosa, que marca o início da Medicina e da Ciência Moderna, pertence aos fundos da Biblioteca Geral da Universidade. O restauro e digitalização, na íntegra, foram possíveis graças à campanha «SOS Livro Antigo» que a universidade promove. A SPN vai ainda apoiar a intervenção sobre livros do médico português da mesma época João Rodrigues, de Castelo Branco, mais conhecido por Amato Lusitano, sobre cujo nascimento se comemoram, em 2011, quinhentos anos. O original do livro de Vesalius assim como algumas obras de Amato Lusitano serão mostrados na ocasião.

Sobre o patrocínio da Sociedade Portuguesa de Neurociências ao programa SOS Livro Antigo, o Director da Biblioteca Geral, Carlos Fiolhais, comenta: “Estamos gratos com o gesto dos nossos neurocientistas, esperando que o seu exemplo frutifique para salvar mais obras da nossa Biblioteca”.

A semana Internacional do Cérebro, que engloba um vasto conjunto de actividades visa divulgar, junto do grande público, de uma forma apelativa, os avanços da investigação na área do cérebro e no tratamento das suas doenças. Por isso, durante uma semana, os Neurocientistas abrem as portas dos seus laboratórios para “revelar todos os mistérios do cérebro”.

Apresentação pública dos resultados e recomendações do estudo "Avaliação Externa da Implementação do Decreto-Lei n. º 3/2008"

Encontram-se disponíveis o Relatório Final do “Projecto da Avaliação Externa da Implementação do Decreto-Lei n.º 3/2008”,  bem como as comunicações da sessão pública de apresentação dos resultados e recomendações do referido estudo, realizada no dia 7 de Março no CIUL – Picoas Plaza. Esta sessão contou com a presença da Ministra da Educação e do Secretário de Estado Adjunto e da Educação.






In: DGIDC