segunda-feira, 20 de junho de 2011

Direitos de acessibilidade: conhecer para defender - acção de formação

No âmbito da missão do Instituto Nacional para a Reabilitação, IP,   e  da  promoção   dos direitos das pessoas com deficiência, informa-se a realização, no próximo dia 25 Julho, em Lagos, de uma acção de sensibilização denominada:
Esta acção tem como objectivo informar as pessoas com deficiência, e as organizações que as representam, sobre os direitos que a legislação portuguesa lhes confere no domínio da Acessibilidade.
A acção de sensibilização é gratuita,   confere certificação  e tem um número limitado de 16 formandos.
In: INR
Pode inscrever-se utilizando a ficha de inscrição e enviando-a para manuela.s.branco@inr.mtss.pt ouinr@inr.mtss.pt , até ao dia 11 de Julho.

Aplicação e implementação da CIF - acção de formação

No âmbito da missão do Instituto Nacional para a Reabilitação, IP,   e  da  promoção   dos direitos das pessoas com deficiência, informa-se a realização, nos próximos dias 25 e 26 de Julho, em Lagos de uma acção de sensibilização denominada:
A acção de sensibilização é gratuita,  confere certificação  e tem um número limitado de 18  formandos.
Pode inscrever-se utilizando a ficha de inscrição e enviando-a para manuela.s.branco@inr.mtss.pt ouinr@inr.mtss.ptaté ao dia 11 de Julho.
In: INR

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Nova lei promove mais apoios do IEFP a entidades que empregam deficientes

O Instituto do Emprego e da Formação Profissional (IEFP) financiava, até esta data, os custos da instalação de centros de emprego protegido que empregam pessoas com deficiência ou incapacidade, até 75% das despesas elegíveis nas modalidades de subsídio reembolsável e empréstimo sem juros. Mas a nova lei, publicada ontem em Diário da República, decretada pelo Parlamento, vem alargar esta possibilidade até 100%.
Assim, os apoios do IEFP também irão poder assumir a forma de prémio de incentivo à transição para o mercado normal de trabalho, bem como a comparticipação nas despesas do técnico de acompanhamento laboral, nos termos a regulamentar ainda pelo Governo. A medida vai entrar em vigor com a aprovação do Orçamento do Estado para 2012.Até ao momento, as empresas privadas também podiam ser compensadas pelo IEFP com retribuição, mas unicamente por um período de cinco anos, prorrogáveis até mais cinco anos se o trabalhador não atingisse capacidade produtiva superior a 75% da capacidade normal exigida a outra pessoa nas mesas tarefas. Mas com a nova lei aprovada, este apoio será devido até que o trabalhador atinja essa capacidade de 75% ou até que transite para um regime normal de trabalho. E sempre que o trabalhador atinja a capacidade produtiva de 75%, mas não seja possível a sua transferência para o regime normal de trabalho, os apoios serão renovados anualmente.Os centros de emprego protegidos são estruturas produtivas ou pessoas colectivas de direito público ou privado que proporcionam a pessoas com deficiência, incapacidade ou capacidade de trabalho reduzida a possibilidade de estas exercerem uma actividade profissional e desenvolverem competências necessárias à sua integração, sempre que possível, em regime normal de trabalho.A nova lei vem possibilitar que o IEFP também passe a conceder apoio à gestão dos centros de emprego protegidos, se assim for solicitado, além dos apoios à instalação e funcionamento já previstos.

In: Ajudas

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Soluções Especiais PT, DRELVT

A DRELVT, através da Equipa Multidisciplinar para a Inclusão e Sucesso Educativo, propõe-se realizar um encontro, sobre serviços e produtos, disponibilizados pela Fundação Pt para os alunos com necessidades educativas especiais, que complemente os já realizados sobre baixa visão e Ajudas Técnicas para Alunos com Deficiência Visual.

PLANO DO ENCONTRO

Designação: Apresentação sobre Soluções Especiais PT

Organização: Equipa Multidisciplinar Para A Inclusão E Sucesso Educativo

Local: Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo, Praça de Alvalade nº 12, Lisboa

Data: 06 de Julho, Quarta-Feira

Horário: das 15 às 18 horas

Destinatários: Docentes em funções nos Crtic da Drelvt de Lisboa; docentes de apoio aos alunos com deficiência visual; docentes de outros Crtic

Dinamização: Fundação Pt Dr. Paulo Garcês, Eng. Miguel Cavaco

Apoio logístico: Agostinho Costa

Tel: 218434628, 917551285
Telm: 917551285

Soluções Especiais PT, DRELVT

A DRELVT, através da Equipa Multidisciplinar para a Inclusão e Sucesso Educativo, propõe-se realizar um encontro, sobre serviços e produtos, disponibilizados pela Fundação Pt para os alunos com necessidades educativas especiais, que complemente os já realizados sobre baixa visão e Ajudas Técnicas para Alunos com Deficiência Visual.

PLANO DO ENCONTRO

Designação: Apresentação sobre Soluções Especiais PT

Organização: Equipa Multidisciplinar Para A Inclusão E Sucesso Educativo

Local: Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo, Praça de Alvalade nº 12, Lisboa

Data: 06 de Julho, Quarta-Feira

Horário: das 15 às 18 horas

Destinatários: Docentes em funções nos Crtic da Drelvt de Lisboa; docentes de apoio aos alunos com deficiência visual; docentes de outros Crtic

Dinamização: Fundação Pt Dr. Paulo Garcês, Eng. Miguel Cavaco

Apoio logístico: Agostinho Costa

Tel: 218434628, 917551285
Telm: 917551285

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Reveladas primeiras imagens do cérebro quando uma pessoa fica inconsciente

Pela primeira vez, investigadores britânicos conseguiram captar em vídeo o que se passa no cérebro quando uma pessoa perde a consciência. O novo método, dizem, pode ajudar à recuperação de doentes com danos cerebrais.
O novo aparelho – chamado tomografia funcional de impedância eléctrica de resposta provocada – foi aplicado pela equipa de Brian Pollard, da Universidade de Manchester, no Reino Unido. Os investigadores gravaram a actividade cerebral de 20 pessoas, depois de lhes ter sido administrada uma anestesia geral, explica a revista “New Scientist”.
Esta técnica mede a resistência a uma pequena corrente gerada por eléctrodos aplicados na cabeça, para avaliar a actividade eléctrica do cérebro. Ao realizar cem leituras por segundo, a equipa conseguiu produzir um vídeo da actividade de todo o cérebro.
À medida que a pessoa perde a consciência, diferentes partes do cérebro parecem começar a “falar” umas com as outras, explicou a equipa responsável pelo projecto, na semana passada, no Congresso Europeu de Anestesiologia, em Amesterdão.
A consciência e os processos cerebrais nela envolvidos são motivo de algum debate. Uma teoria propõe que as pessoas têm uma região no cérebro que activa ou desactiva a consciência, como se fosse um botão que se pudesse premir, explicou Pollard, citado pela revista. Outra ideia sugere que a consciência é gerada por interacções entre grupos de células cerebrais; basta inibir essa interacção e a pessoa fica inconsciente.
Segundo a “New Scientist”, o vídeo da equipa da Universidade de Manchester mostra que, à medida que a anestesia começa a fazer efeito, a actividade do cérebro aumenta significativamente em algumas zonas. Pollard acredita que se trata de uma sinalização entre células para indicar que o cérebro se prepara para se “desligar”.
Geraint Rees, da University College, em Londres, comentou à “New Scientist” que este trabalho é muito importante porque pode ser utilizado para gravar um sinal de uma pessoa com danos cerebrais que não consiga comunicar, para ver como responde a estímulos externos.
Ainda assim, Pollard diz que é preciso trabalhar e analisar mais leituras da actividade cerebral para dizer, de forma conclusiva, o que está a acontecer.
In: Público online

terça-feira, 14 de junho de 2011

Pais juntam tampinhas para dar mão ao Diogo

Pais juntam tampinhas para dar mão ao DiogoOs pais de um menino de dois anos, de Caminha, que nasceu sem a mão direita lançaram uma campanha para a recolha de 18 toneladas de tampinhas, em troca das quais uma empresa oferecerá uma prótese mioelétrica ao filho.

Diogo nasceu a 20 de Maio de 2009, sem a mão direita, alegadamente vítima de uma amputação dentro da barriga, já que as primeiras ecografias mostram que ele tinha as duas mãos.Segundo explica a mãe de Diogo, Elisabete Farinhoto, na página do Facebook da campanha, o objetivo é angariar uma mão mioelétrica que permitirá ao menino "abrir e fechar a mão, pegar em obstáculos e até pintar os desenhos“.Esta prótese mioelétrica ficaria por cerca de 9 mil euros, mas a empresa Ceinop, da Póvoa de Varzim, disponibilizou-se para a financiar, em troca de 18 toneladas de tampinhas.
“A campanha começou na Páscoa e neste momento já recolhemos quatro toneladas e tal”, disse a mãe do Diogo à agência Lusa.
Segundo Elisabete Farinhoto, a recolha está a ser feita “um pouco por todo o país”, com o apoio da associação Dar a Sorrir e poderá agora estender-se à Galiza, face ao interesse manifestado pelo assunto pela comunicação social daquela região autónoma de Espanha.
“Vale todo o tipo de tampas de plástico, seja de garrafas de água, de óleo, de iogurtes líquidos, de garrafões, de detergentes, de champô. Valem inclusive caixas de manteiga completas, bem como todas as embalagens que tenham o símbolo da reciclagem com os números 2, 4 ou 5 dentro do triângulo”, explicou Elisabete Farinhoto.
Clique AQUI para saber onde pode entregar as tampas recolhidas pela Dar a Sorrir e AQUI para aceder à página do Facebook da campanha lançada pelos pais.
In: Boas Notícias

Institutoptico oferece próteses oculares e rastreios a 400 crianças

O Institutoptico, em parceria com a Cáritas e com a Sic Esperança, vai apoiar o projecto “Ver para Aprender” que pretende ajudar cerca de 400 alunos do ensino básico carenciados, com rastreios visuais gratuitos e ofertas de próteses oculares. Uma iniciativa que estará em consonância com o evento Torneio Golf Impresa.
O Institutoptico decidiu apoiar este projecto da SIC esperança, disponibilizando rastreios gratuitos, bem como procedendo à doação de próteses oculares às crianças mais carenciadas. Uma iniciativa que se insere no programa de Responsabilidade Social do grupo de ópticos e que tem como principal objectivo a redução do insucesso escolar derivado de problemas visuais em alunos carenciados a frequentar o ensino básico.
“Ver Para Aprender” surge da necessidade de sensibilização da população para a saúde visual das crianças, e da necessidade de disponibilizar o acesso ao rastreio e equipamentos correctivos a alunos carenciados do ensino básico.
O Institutoptico vai disponibilizar, para esta iniciativa, uma equipa de Optometristas, uma unidade móvel e todo o equipamento necessário à realização do rastreio que pretende abarcar um total de 400 crianças em três zonas do país diferentes: Porto, Algarve e Setúbal.
O primeiro rastreio acontecerá amanhã, dia 15 de Junho na Praça do Marquês, no Porto, e nos dias 16 e 17 de Junho no Pólo da Foz da Universidade Católica do Porto, das 09h30 às 13h e das 14h30 às 18h. Paralela a esta acção irá decorrer o Torneiro Golfe Imprensa, um evento que irá reunir as mais variadas figuras e empresas nacionais de renome.
Nos dias 20 e 21 de Junho, a iniciativa terá lugar em Faro, e no dia 23 de Junho em Tavira. Seguir-se-á Setúbal em Outubro.

Sobre o Institutoptico…

O Institutoptico nasceu em 1989 por iniciativa de um conjunto de ópticos portugueses. Desde então o seu número de sócios tem vindo a aumentar de ano para ano, cobrindo actualmente o Norte, Centro e Sul do País e Açores, com mais de 170 pontos de venda e serviços ópticos. Criado para apoiar e orientar estrategicamente as ópticas tradicionais numa era de globalização, o Institutoptico apresentou-se desde cedo como a solução equilibrada e transparente que o mercado óptico necessitava e, mais do que nunca, necessita, oferecendo um serviço de proximidade, pautado pela elevada qualidade de relacionamento entre pares e clientes. A aposta na responsabilidade social é marca integrante no posicionamento do grupo que acredita que todo o seu trabalho só pode ser sustentado por uma cada vez mais forte humanização dos seus agentes e interacção com a comunidade na qual se insere.
In: Ajudas

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Retina é a chave para maior visão periférica de surdos

Investigadores da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, descobriram o motivo pelo qual pessoas que nasceram surdas ou perderam a audição muito novas têm maior visão periférica.


De acordo com um artigo publicado no“PLoS One”, os cientistas encontraram, em deficientes auditivos, diferenças na distribuição das células do nervo da retina, o que lhes permite ver mais objectos nos extremos do campo de visão e, assim, ter uma melhor percepção do ambiente que os rodeia.Investigações anteriores já tinham constatado que pessoas com deficiências auditivas viam melhor. No entanto, nesses trabalhos, a explicação assentava em factores relacionados  com o córtex visual, a região do cérebro que processa a visão.
Este estudo britânico é o primeiro a explicar que este acréscimo de visão deriva de diferenças no desenvolvimento da retina. Para chegar a estes resultados, os especialistas analisaram as pupilas dos voluntários através de uma técnica denominada Tomografia de Coerência Óptica.

Trata-se de um exame computorizado indolor, que faz diversos cortes ópticos muito finos na retina e avalia a sua espessura e volume, permitindo verificar as alterações anatómicas do nervo óptico. Desta forma, foi possível detectar diferenças entre a formação da retina de pessoas com e sem deficiência auditiva. Os cientistas de Sheffield também avaliaram o campo visual e compararam os resultados com as análises das retinas.“É a primeira vez que a retina é considerada como uma possibilidade para a ‘vantagem visual’ de pessoas surdas. Como tal, esta descoberta tem implicações na forma como percebemos o seu funcionamento. Com esta informação esperamos melhorar os cuidados visuais para pessoas surdas, pois este é o seu sentido mais importante”, declarou Charlotte Codina, primeira autora do estudo.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

OMS revela que mais de 1 bilhão de pessoas são portadoras de deficiência

Mais de um bilhão de pessoas - aproximadamente 15% da população mundial - são portadoras de algum tipo de deficiência, e 20% enfrentam grandes dificuldades no seu quotidiano, revelou um relatório conjunto da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Banco Mundial (BM).

O documento, o primeiro de carácter global, publicado sobre o tema em 40 anos, destaca que poucos países contam com mecanismos adequados para responder às necessidades dos portadores de deficiência.

O número de pessoas com necessidades especiais tem aumentado devido ao envelhecimento da população e á maior ocorrência de problemas de saúde crónicos, como a diabetes, doenças cardiovasculares e mentais.

A grande maioria das pessoas com deficiência - entre 110 milhões e 190 milhões – ainda enfrenta barreiras que vão desde a discriminação até a ausência de serviços adequados de atendimento sanitário e reabilitação, passando por sistemas de transporte e edifícios inacessíveis. Assim, estes cidadãos não têm acesso a um sistema de saúde de qualidade, têm um menor sucesso escolar e menores possibilidades de emprego, além de sofrerem com maiores taxas de pobreza.

Segundo Margaret Chan, directora geral da OMS, "devemos fazer mais para romper as barreiras que segregam estas pessoas, em muitos casos excluindo-as da sociedade".

Para cumprir este objectivo, a OMS e o BM pedem que os Governos acelerem os seus esforços para permitir que os portadores de deficiência tenham acesso aos serviços básicos, além de investirem em programas especializados que permitam que estas pessoas possam desenvolver os seus potenciais.

O estudo ressalta também que nos países mais pobres as crianças com necessidades especiais têm menores possibilidades de prosseguirem os estudos que as demais.

In: Ajudas