Numa década, o número de alunos com necessidades educativas específicas cresceu 29%: passou de 76.364 em 2014/15 para 98.200 em 2024/25. São mais 21.836 alunos, num contexto em que o número de matriculados nas escolas públicas diminuiu. Pelo meio, foi criado o regime jurídico da educação inclusiva (lei 54/2018) e é dada uma maior atenção ao diagnóstico destes alunos — ainda que faltem meios às escolas para que garantam uma educação efectivamente inclusiva.
O relatório intercalar de 2026 da Garantia para a Infância questiona se existem medidas suficientes para apoiar a educação inclusiva e evitar turmas segregadas e se há medidas suficientes para prevenir e reduzir a saída precoce da escola.
Continuação da notícia em Público
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