sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Testes de avaliação e a CIF

A questão da quantificação dos dados obtidos durante o processo de avaliação de um aluno, após a referenciação, é de substancial importância. Não só para os docentes de Educação Especial mas também para os docentes do regular que intervêm no processo de avaliação. Os psicólogos têm testes que permitem quantificar esses resultados. Pessoalmente, nunca tive formação sobre essa matéria.
No Agrupamento, temos seguido a metodologia de recolha de informação, essencialmente descritiva, junto dos docentes do grupo/turma, que, conjugada com o resultado das avaliações psicológicas e/ou com os relatórios médicos, nos permitem tirar as conclusões que consideramos serem as mais adequadas à caracterização da situação do aluno.
Não conheço testes cujos resultados estejam de acordo com a CIF. Nas formações que tenho frequentado, não têm sido apresentados. Aquando do processo de monitorização dos alunos com NEE, efectuado pela Equipa de Apoio às Escolas, os colegas preocuparam-se essencialmente em verificar os relatórios psicológicos e/ou médicos. Sendo assim, há que haver algum bom senso na apreciação dos caos e pensar nas melhores soluções para os alunos.
Lanço o apelo à troca de material e de sugestões.

5 comentários:

Anónimo disse...

Como eu te compreendo!!!!!
Estou exactamente com o mesmo problema...
No departamento de Educação Especial, a que eu pertenço, estamos a reunir para discutir a contrução desses instrumentos de trabalho...
São tempos difíceis...

JAS disse...

São tempos bastante difíceis!!
Vão dando notícias e partilhando informações!
Bom trabalho!

JAS disse...

São tempos bastante difíceis!!
Vão dando notícias e partilhando informações!
Bom trabalho!

Fatima disse...

Os quantificadores são pouco sérios e são muitos os casos em que mesmo nas funções do corpo temos pareceres de técnicos com quantificadores dispares, para o mesmo aluno. procurando manter a seriedade, no agrupamento AVELT, atribuímos quantificador 8 (não especificado) para todos os qualificadores que não temos bateriais aferidas ( e para estes só conhecemos muito poucos).

JAS disse...

Fátima, concordo que os quantificadores não são fiáveis! No processo de avaliação de um aluno, já nos deparámos com a situação de, no mesmo qualificador, obter resultados completamente diferentes, segundo os dados obtidos pelo doente titular do grupo/turma e os da psicóloga.
Seria possível disponibilizar as baterias que utilizam no vosso agrupamento?