É ainda um número reduzido, mas a tendência é clara: há cada vez mais alunos com necessidades especiais que frequentam o ensino superior. Num só ano, o aumento foi de 20%. Isto apesar de a maioria das escolas e faculdades continuarem a não ter espaços essenciais, como salas de aula e casas de banho, acessíveis a quem tem mobilidade reduzida. São dados da Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC).
No ano lectivo em curso, encontram-se inscritos 6376 estudantes com necessidades especiais de educação (NEE) em instituições públicas e privadas. Há um ano, eram 5309. E no ano anterior, 4063.
O Inquérito às Necessidades Especiais de Educação no Ensino Superior é feito anualmente com o objectivo de "traçar um retrato detalhado dos inscritos, dos diplomados e das condições de acessibilidade e integração oferecidas pelas instituições de ensino superior em Portugal a esta população escolar".
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