Há um mês, Vanda Simões contava ao PÚBLICO as portas a que já tinha batido para encontrar uma escola para o filho. Desde então, parecia ter sido encontrada uma solução para Tomás, de 7 anos, que, na verdade, não o é: o agrupamento onde foi colocado administrativamente diz não ter os recursos adequados para responder às suas necessidades específicas. A família recorreu aos tribunais.
Apesar de Tomás ter necessidades educativas específicas e prioridade nas matrículas por ter um relatório técnico-pedagógico (RTP) e um programa educativo individual (PEI), Vanda aguarda desde o final de Julho por uma colocação numa escola. As cinco opções que indicou no momento da matrícula disseram não ter vaga ou então não aceitaram a inscrição do filho por serem escolas fora da área de residência.
Continuação da notícia em Público
Sem comentários:
Enviar um comentário